Considerações sobre a Balança Comercial em 2011 e perspectivas para 2012 – O saldo comercial acumulado em 2011 alcançou US$ 29,8 bilhões, resultado de exportações que somaram US$ 256 bilhões, e importações da ordem de US$ 226,2 bilhões. Foram quase 50% de crescimento, em relação aos US$ 20 bilhões do saldo registrado em 2010. O volume de co¬mércio encerrou o ano, assim, em US$ 482 bilhões, ou 26% a mais do que no ano anterior.
Considerações sobre a Balança Comercial em 2011 e perspectivas para 2012 – O saldo comercial acumulado em 2011 alcançou US$ 29,8 bilhões, resultado de exportações que somaram US$ 256 bilhões, e importações da ordem de US$ 226,2 bilhões. Foram quase 50% de crescimento, em relação aos US$ 20 bilhões do saldo registrado em 2010. O volume de co¬mércio encerrou o ano, assim, em US$ 482 bilhões, ou 26% a mais do que no ano anterior. O saldo da balança co¬mercial brasileira em 2012 deverá ser positivo, porém menor do que o registrado em 2011, o que impactará na também menor contribuição do setor externo para o incremento do PIB.
Cenários para o varejo em 2012 – Para 2012, esperamos uma taxa de crescimento em magnitude próxima à de 2011, cerca de 6,5%, condicionados a: crescimento maior do PIB, de 3,5% em 2012 ante 2,9% 2011; Arrefecimento da inflação, medida pelo IPCA, para 5,5% em 2012 ante 6,5% em 2011; Expansão das con¬cessões de crédito às pessoas físicas em patamar próximo ao do ano anterior, cerca de 12,2% ante 11,2%; crescimento da massa de rendimentos da população ocupada de 5,4% em 2012, ante 5,0% em 2011. Assim como o ocorrido nos anos an¬teriores, o destaque das vendas deve continuar na categoria de bens duráveis, para a qual projetamos alta de 11,8% em 2012, ante 11,1% em 2011 e 14,2% em 2010.
Emprego industrial reduz ritmo de retração – Os dados divulgados pelo IBGE mostraram uma ligeira retração de 0,1% no Emprego Industrial no mês de novembro ante o mês anterior, dados com ajuste sazonal. Este é o terceiro mês com variação negativa; em outubro a queda foi de 0,45%, e recuou 0,43% em setembro, levando a um recuo de 0,32% na Média Móvel Trimestral deste índice. No resultado acumulado em 12 meses, o Pessoal Ocupado cresceu 1,31%, a Folha de Pagamento Real avançou 4,5%, e o Número de Horas Pagas aumentou 0,88%. Nos dados por tra¬balhador, o Número de Horas Pagas continua sendo negativo, -0,41%, sen¬do o quinto mês com retração. A Folha de Pagamento Real por trabalhador aumentou 3,13%.
Refugiados – De acordo com os dados do mais recente relatório do Alto Comis-sariado da ONU para Refugiados, 10,5 milhões de pessoas ostentavam essa triste condição em 2011. Outras 14,7 milhões têm o status de “dispersas internamen-te”. São aquelas que tiveram que deixar para trás suas casas ou regiões, mas não o próprio país. Isso significa que 0,5% da população mundial – ou uma em cada 200 pessoas – é constituída por refugiados. O maior grupo de refugiados é formado por cerca de 3 milhões de afegãos, que vivem no Paquistão e Irã; quase 2 milhões de iraquianos, vivendo na Jordânia e Síria; 800 mil somalis, distribuídos pelo Quênia e Etiópia. As populações internamente dispersas são preponderantes no Sudão e Iraque.
Faturamento MPE Nov/11 – No começo desta semana, o Sebrae-SP divulgou pesquisa sobre o comportamento do faturamento real das MPE daquele estado no mês de novembro do ano passado. Os resultados dos indicadores foram melhores do que em outubro/11 nas três bases de comparação, com destaque para as variações relativas observadas no setor de serviços – fato compatível com a expansão do setor de maior representação da economia brasileira – e nas indústrias. Para o Sebrae-SP, em novembro/11 contra novembro/10 o faturamento das MPE cresceu 6,1%; no acumulado dos onze primeiros meses de 2011 frente ao mesmo período de 2010 as vendas subiram 4,3%; e no mês de novembro/11 em relação a outubro/11 a variação atingiu 4,9%.