Conselho de Turismo debate relação entre o setor de eventos e o turismo receptivo

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O Conselho de Turismo da CNC avançou quarta-feira (9/11) no debate sobre o macrotema Turismo Receptivo e Qualificação Profissional, iniciativa que, a partir de debates em suas reuniões, visa a criação de massa crítica para análise sobre as questões que impactam o setor e que será levada às autoridades. “Esse é um compromisso do trade”, afirmou o vice-presidente do Conselho, Eraldo Alves da Cruz, que coordenou o encontro em virtude da ausência do presidente Alexandre Sampaio. Desta vez, os participantes debateram o subtema “A relação entre o setor de eventos e o turismo receptivo”.

O Conselho de Turismo da CNC avançou quarta-feira (9/11) no debate sobre o macrotema Turismo Receptivo e Qualificação Profissional, iniciativa que, a partir de debates em suas reuniões, visa a criação de massa crítica para análise sobre as questões que impactam o setor e que será levada às autoridades. “Esse é um compromisso do trade”, afirmou o vice-presidente do Conselho, Eraldo Alves da Cruz, que coordenou o encontro em virtude da ausência do presidente Alexandre Sampaio. Desta vez, os participantes debateram o subtema “A relação entre o setor de eventos e o turismo receptivo”.

A presidente da Associação Brasileira de Empresas de Eventos (Abeoc), Anita Pires, fez firme defesa da integração do mercado (hotéis, agências, organizadores de eventos, etc.) como forma de se alcançar o sucesso. “Planejar bem é fundamental, incluindo a oferta ao turista de permanência no local por mais tempo para usufruir de atrativos do destino, tanto culturais como os eventualmente ligados ao evento”, disse. Segundo ela, há uma tendência cada vez maior de os participantes de eventos aproveitarem o deslocamento para descansar mais um dia ou levar a família junto.

Anita falou ainda que, como faltam três anos para a Copa do Mundo, que atrairá milhões de visitantes ao Brasil, este é o momento para capacitar profissionais para trabalhar antes, durante e após o Mundial. Nesse sentido, ela considera importante investir em escolas privadas e mobilizar as do Sistema S. Finalmente, a presidente da Abeoc destacou o papel do Ministério do Turismo e outros órgãos públicos e de associações na captação de turistas no exterior. “Essa captação, para trazer resultados, terá que ser compulsoriamente feita por profissionais experientes.”

Já Salvador Saladino, presidente da Brazilian Incoming Travel Organization (Bito), disse estar preocupado com os prazos, que considerou reduzidos diante das inúmeras tarefas que o mercado tem pela frente. “É preciso agir rapidamente. Temos problemas orçamentários, políticas públicas que não saem do papel. É necessário que formar uma frente com o objetivo de ajudar o ministro do Turismo a fazer o seu papel.”

A última conferencista da noite foi Viviane Martins, presidente da Associação Brasileira de Gestores de Viagens Corporativas (ABGEV), que fez uma palestra aos conselheiros sob o ponto de vista do cliente. Ela apresentou um vídeo em que destaca a importância do trabalho conjunto da cadeia produtiva de eventos e revelou que a ABGEV reúne 140 profissionais de vários segmentos e foi responsável, em 2010, por investimentos da ordem de R$ 21 bilhões, com a geração de mais de 236 mil empregos.

“O sucesso de um evento grande, como a Copa, está na sensibilização do governo, mostrando-lhe o que precisa ser feito, e na capacitação de profissionais e agilidade no trabalho de todos os envolvidos.”

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