Grupo Técnico Meio Ambiente da CNC define novas ações

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O Grupo Técnico de Trabalho sobre o Meio Ambiente (GTT-MA) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) realizou, nesta quarta-feira (24/8), a sua segunda reunião para alinhar a posição das entidades do setor, visando definir ações sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Estiveram presentes cerca de 30 representantes de diversas instituições, na sede da CNC em Brasília, para discutir o tema “Destinação das embalagens em geral: o papel do setor de comércio de bens, serviços e turismo”.

O Grupo Técnico de Trabalho sobre o Meio Ambiente (GTT-MA) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) realizou, nesta quarta-feira (24/8), a sua segunda reunião para alinhar a posição das entidades do setor, visando definir ações sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Estiveram presentes cerca de 30 representantes de diversas instituições, na sede da CNC em Brasília, para discutir o tema “Destinação das embalagens em geral: o papel do setor de comércio de bens, serviços e turismo”.

Na abertura do evento, o vice-presidente Financeiro da CNC, Luiz Gil Siuffo, disse que, com a criação do GTT-MA, a entidade mostra o seu envolvimento e preocupação com um tema tão complexo como o do meio ambiente. “Até há pouco tempo, o Brasil era considerado o país do futuro. Mas o futuro já chegou, e com ele a delicada questão ambiental. Convivemos cotidianamente com os problemas ligados a esse tema, que não diz respeito apenas ao comércio, mas também à indústria, à agricultura”, enfatizou. Na defesa dos interesses dos seus representados, as confederações empresariais, defendeu Siuffo, “precisam buscar um discurso afinado”.

Para o vice-presidente da CNC, encontros como esses buscam consolidar sugestões e subsídios que, discutidos à exaustão, permitam que se alcance uma regulamentação do tema que atenda aos interesses do Brasil, “que não venha de cima para baixo, de uma decisão de governo”. É preciso que matérias complexas como meio ambiente sejam discutidas à exaustão para que se leve ao governo subsídio para fazer uma boa regulamentação.

Palestras e exposições seguidas de debate deram o formato da reunião. O engenheiro Wanderley Baptista, da Gerência-executiva de Meio Ambiente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), falou sobre os procedimentos adotados para a logística reversa (ações destinadas a viabilizar a coleta e restituição de resíduos sólidos ao setor empresarial) de embalagens. Já o diretor-executivo do Compromisso Empresarial pela Reciclagem (Cempre), André Vilhena, falou sobre as iniciativas da entidade.

Também fizeram exposições representantes dos cinco GTTs: medicamentos, embalagens em geral, embalagens de óleos lubrificantes, eletroeletrônicos e lâmpadas.

No final do encontros foram definidos os encaminhamentos para a próxima reunião, a ser realizada dias 6 e 7 de outubro, na Estância Ecológica SESC Pantanal. O coordenador técnico do GTT-MA, Evandro Costa, informou que serão convidados representantes de oito secretarias estaduais de Meio Ambiente. O objetivo, segundo ele, é aproximar os governos estaduais das iniciativas do setor privado na área ambiental. 

Encaminhamentos

1. A 3ª Reunião será dias 6 e 7 de outubro, no SESC Pantanal. No sentido de trazer os governos estaduais para o debate, serão convidados representantes de oito secretarias estaduais de Meio Ambiente.

2. Tudo o que acontecer no GTT- Meio Ambiente deverá ser compartilhado com as federações de comércio dos estados.

3. Cada representante dos GTT- MA ou do Comitê Orientador de Logística Reversa deverá contatar o coordenador técnico do Grupo, Evandro Costa, sempre que não houver consenso nas reuniões, para solicitar intervenção da CNC de modo a elucidar a situação.

4. O GTT Embalagem realizará reunião com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e com o Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre) com o objetivo de procurar o equilíbrio da cadeia como um todo.

5. Cada Federação deve realizar em seu estado reuniões e discussões de sensibilização, encaminhamento e socialização das diretrizes definidas em nível nacional. O objetivo é capilarizar em nível regional de forma que as informações cheguem até os empresários.

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