Desonerar a folha de pagamentos criando um novo imposto? – Antonio Oliveira Santos, Presidente da CNC – o presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, destaca que não é nova a ideia de extinguir a contribuição patronal, prevista na Constituição, e transferir sua incidência para o faturamento das empresas. Todavia, afirma o empresário, a carga tributária sobre as empresas não seria reduzida.
Desonerar a folha de pagamentos criando um novo imposto? – Antonio Oliveira Santos, Presidente da CNC – o presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, destaca que não é nova a ideia de extinguir a contribuição patronal, prevista na Constituição, e transferir sua incidência para o faturamento das empresas. Todavia, afirma o empresário, a carga tributária sobre as empresas não seria reduzida. “É que, para proporcionar receita equivalente à que é decorrente da contribuição previdenciária patronal, seria criado mais um novo imposto, tendo por base de cálculo o faturamento das empresas, já onerado, de modo direto ou indireto, pelo ICMS, IPI, ISS, PIS, Cofins, IRPJ e CSLL”, explica Oliveira Santos. O presidente da CNC afirma que a entidade é totalmente contrária à proposta. “Seria um absurdo pretender onerar mais pesadamente alguns setores e empresas para aliviar a contribuição de outros, impondo uma sobrecarga sobre aqueles que utilizam alta tecnologia”, explica Antonio Oliveira Santos. Segundo ele, se o problema é uma redução da carga tributária ou simplificação do sistema fiscal, seria uma alternativa mais lógica, numa primeira etapa, a extinção das contribuições ao salário educação (2,5%) e ao Incra (0,2%), cujo custeio deveria ficar a cargo do orçamento da União. “Além disso, a contribuição previdenciária patronal poderá ser reduzida em mais 2% se forem revogadas todas as hipóteses de isenção e redução de alíquotas ou se o valor global dessas renúncias previdenciárias for coberto, de modo transparente, por recursos do Tesouro Nacional, como prescreve a Lei de Responsabilidade Fiscal”, finaliza o líder empresarial.
Mercado de trabalho eleva Intenção de Consumo das Famílias – Em julho, o índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) cresceu 2,2% na comparação com a pesquisa do mês anterior.
Dívida pública em junho – As contas do setor público consolidado registraram um superávit primário, que é a economia feita para pagar a dívida pública, de 78,2 bilhões no primeiro semestre deste ano.
Balança Comercial em julho – O comércio exterior brasileiro terminou o mês de julho com saldo positivo de US$3,1 bilhões, 144% maior do que em relação a julho de 2010, na comparação da média diária.