Copa 2014 irá exigir 60 mil novos profissionais de segurança

Compartilhe:

A Copa do Mundo 2014 irá exigir a capacitação de 60 mil pessoas para atuar na segurança dos estádios de futebol em todo o território nacional. Essa é uma das conclusões apresentadas na 8ª Reunião de Diretoria Executiva da Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist), que aconteceu nos dias 9 e 10 de junho, em Sergipe.

A Copa do Mundo 2014 irá exigir a capacitação de 60 mil pessoas para atuar na segurança dos estádios de futebol em todo o território nacional. Essa é uma das conclusões apresentadas na 8ª Reunião de Diretoria Executiva da Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist), que aconteceu nos dias 9 e 10 de junho, em Sergipe.

Segundo o presidente da Fenavist, Odair Conceição, as mais de duas mil empresas de segurança em todo o País deverão investir mais de R$ 9 milhões em capacitação profissional, cerca de R$ 1.500 por trabalhador. “Essa será uma capacitação complementar, porque para se tornar um vigilante o profissional já precisa de uma capacitação”, completou o presidente.

A Fenavist espera que o Mundial da FIFA e os outros eventos esportivos que vão acontecer nos próximos anos devem conceder um acréscimo de 20% no número de trabalhadores na área. Além da capacitação, os empresários do ramo debateram a modernização da atividade e o combate à clandestinidade no setor.

As preparações do setor de segurança já estão começando, segundo Conceição. Novas táticas de segurança e o aprendizado dos novos profissionais formados devem ser testados nos amistosos da seleção disputados no Brasil. “O tempo que temos até lá é grande. Já estamos nos preparando agora, três anos antes. Até 2014 estaremos aperfeiçoando tudo”, concluiu o presidente da Fenavist.

 
 

A atuação das empresas particulares se dará dentro dos estádios, deixando a segurança nas áreas externas com os agentes públicos, da mesma forma que ocorreu na África do Sul, em 2010. A cada jogo, devem atuar pelo menos três mil seguranças e vigilantes particulares. A expectativa é de que o legado fique para o País após a Copa, se estendendo para os eventos nacionais. “Se considerarmos o número de jogos que ocorrem no país, haverá a geração de 450 empregos por partida”, prevê Odair Conceição.

 

*Com informações do Portal Infonet

Leia mais

Rolar para cima