A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Amazonas (Fecomércio-AM) divulgou os resultados do levantamento “O Comportamento do Turismo na Região Metropolitana de Manaus”, que teve o objetivo de traçar um perfil do turista que visita a região. Realizada pelo Instituto Fecomércio de Pesquisas Empresariais (IFPEAM), a pesquisa também procurou conhecer a opinião dos turistas sobre os serviços prestados por profissionais e estabelecimentos ligados ao setor.
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Amazonas (Fecomércio-AM) divulgou os resultados do levantamento “O Comportamento do Turismo na Região Metropolitana de Manaus”, que teve o objetivo de traçar um perfil do turista que visita a região. Realizada pelo Instituto Fecomércio de Pesquisas Empresariais (IFPEAM), a pesquisa também procurou conhecer a opinião dos turistas sobre os serviços prestados por profissionais e estabelecimentos ligados ao setor.
Segundo os dados, 27% dos empresários ligados ao turismo em Manaus, acreditam que o nível de ocupação das unidades habitacionais em janeiro de 2011 foi superior ao de dezembro; 33,7% dos entrevistados acham que foi inferior e 38,6% acreditam que foi igual.
As maiores dificuldades relatadas pelos gerentes e empresários para alavancar o turismo na capital amazonense é a ausência de eventos culturais e empresariais, seguidos da melhor divulgação do município no Brasil e no Exterior, além de falta de infraestrutura aeroportuária e de incentivos fiscais.
A pesquisa constatou que 18,6% dos turistas nacionais viajavam individualmente, 36,4% em grupo e 44,9% com a família. Já em relação ao turista estrangeiro, 44,6% dos entrevistados afirmou viajar em grupo, 29,7% com a família e 25,7% individualmente.
Sobre a organização da viagem, 36,4% dos turistas nacionais utilizaram os pacotes de viagem, 10,2% as agências e 53,4% os serviços avulsos. Dentre os turistas estrangeiros, 62,2% utilizaram as agências de viagem. A maioria dos turistas, nacionais ou estrangeiros, utilizou a rede hoteleira de Manaus, com respectivamente 43,2% e 72,1%, dando preferência a este tipo de hospedagem e não a casas de parentes e amigos, por exemplo.