A presidente da República, Dilma Rousseff, entre outras autoridades, participou no dia 7 de abril de cerimônia para comemorar a marca de 1 milhão de trabalhadores formalizados no Programa do Empreendedor Individual. Para Antonio Everton Chaves Junior, da Divisão Econômica da CNC, a iniciativa resgata a cidadania do pequeno empreendedor.
A presidente da República, Dilma Rousseff, entre outras autoridades, participou no dia 7 de abril de cerimônia para comemorar a marca de 1 milhão de trabalhadores formalizados no Programa do Empreendedor Individual. Para Antonio Everton Chaves Junior, da Divisão Econômica da CNC, a iniciativa resgata a cidadania do pequeno empreendedor.
“Na formalidade, o empreendedor passará a contribuir para ter direito aos benefícios da seguridade social concedidos pelo Estado, como aposentadoria e pensão”, exemplifica o economista. Segundo ele, além da redução da informalidade, na forma da pessoa jurídica do Empreendedor Individual (EI), serviços bancários e crédito se tornam mais acessíveis e, por tabela, fomentam a atividade econômica. “Outra vantagem é a dos EI poderem se unir criando sociedades com fins específicos para compra, tornando-os competitivos e favorecendo ganhos de escala”, complementa Antonio Everton.
A criação da Secretaria de Micro e Pequenas Empresas é outra iniciativa que gera boas expectativas para os microempresários brasileiros: “A medida concede ao segmento das Micro e Pequenas Empresas a sua reconhecida importância, ao conferir tratamento diferenciado e vantagens competitivas, já que a Secretaria tem status de ministério”, diz Antonio Everton. “As expectativas dos representantes do segmento empresarial de menor porte são enormes, porque soa como uma conquista”, complementa.