As pesquisas de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) e Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), divulgadas hoje pela CNC, mostram que o percentual de famílias com dívidas caiu de 58,7% para 54% em junho, o menor nível do ano. Já o percentual de famílias com dívidas em atraso passou de 25,1% para 23,5%, nível abaixo da média do primeiro trimestre (27,3%). Também diminuiu o número dos que não terão condições de pagar suas contas, de 8,5% para 7,8%. A intenção de consumo das famílias brasileiras recuou 2% no segundo trimestre, em relação aos três primeiros meses de 2010/.
As pesquisas de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) e Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), divulgadas hoje pela CNC, mostram que o percentual de famílias com dívidas caiu de 58,7% para 54% em junho, o menor nível do ano. Já o percentual de famílias com dívidas em atraso passou de 25,1% para 23,5%, nível abaixo da média do primeiro trimestre (27,3%). Também diminuiu o número dos que não terão condições de pagar suas contas, de 8,5% para 7,8%. A intenção de consumo das famílias brasileiras recuou 2% no segundo trimestre, em relação aos três primeiros meses de 2010/. Por outro lado, os indicadores que medem a perspectiva de consumo e nível de consumo atual tiveram alta, de 1,9% e 1,2%, respectivamente.
“As pesquisas mostram a realidade atual do País. A inadimplência deve continuar baixa por algum tempo, e as pessoas ainda têm intenção de consumo, mesmo que menor”, afirmou o economista-chefe da CNC, Carlos Thadeu de Freitas, na entrevista coletiva realizada na Confederação, no Rio de Janeiro.
Ele explicou que a inadimplência no segundo semestre do ano chegou ao nível mais baixo dos últimos anos, devido ao aumento da renda, do crescimento do emprego formal e da redução das taxas de juros que os bancos estão cobrando. “É óbvio que, à medida que o Banco Central subir a Selic, vai haver impacto no crédito, mas será um impacto lento. Segundo o último relatório de crédito do próprio BC, o spread bancário tem caído, já que a inadimplência é um componente importante da taxa. À medida que a inadimplência cai não há necessidade de aumentar o spread”, enfatizou.
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