Aviação executiva é tema de reunião do Conselho de Turismo da CNC

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O Conselho de Turismo (CTur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços

e Turismo (CNC) realizou em 24 de junho, no Rio de Janeiro, reunião com Eduardo Vaz,

presidente da Líder Táxi Aéreo, que abordou “o futuro da aviação comercial brasileira”.

De acordo com o empresário, a aviação executiva tem papel fundamental de integração e

complementação dos serviços prestados pela aviação comercial, e um dos desafios do

segmento é trabalhar com a atual infraestrutura aeroportuária.

O Conselho de Turismo (CTur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços

e Turismo (CNC) realizou em 24 de junho, no Rio de Janeiro, reunião com Eduardo Vaz,

presidente da Líder Táxi Aéreo, que abordou “o futuro da aviação comercial brasileira”.

De acordo com o empresário, a aviação executiva tem papel fundamental de integração e

complementação dos serviços prestados pela aviação comercial, e um dos desafios do

segmento é trabalhar com a atual infraestrutura aeroportuária. “Os principais aeroportos já

estão saturados e não há espaço para a aviação executiva. Deveria haver uma adequação

comercial e jurídica para definir esses casos”, afirmou.


A frota brasileira de aviação executiva conta, atualmente, com 10,5 mil aeronaves. É a

segunda maior do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos. Em 2008 as

empresas brasileiras adquiriram 200 aeronaves de porte executivo no Brasil, contra 180 em

todo o ano de 2007. “Agora, o crescimento não deve ser tão expressivo por conta da

escassez de linhas de financiamento para a compra de aeronaves”, disse Eduardo Vaz.

Segundo ele, o desenvolvimento da aviação executiva depende de decisões do governo,

como a revisão da alíquota do ICMS para o querosene de aviação e para a importação de

peças, além de ações coordenadas entre a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a

Polícia Federal e a Receita Federal para coibir o contrabando de peças.


O presidente da Líder finalizou sua apresentação alertando para a preocupação das

empresas regulares de aviação em ocupar os vôos de suas aeronaves, gerando preços

diferenciados, medida que, a longo prazo, pode ser uma armadilha. “É uma questão que

precisa ser aprofundada. Não pode haver um excesso de oferta desequilibrado e

insustentável, que possa levar uma empresa a quebrar. O país precisa ter a visão do

governo alinhada com a visão da iniciativa privada”, alertou Eduardo Vaz.

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