No artigo Não à volta da CPMF, o presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, Antonio Oliveira Santos, manifesta a posição contrária da CNC ao restabelecimento da Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras (CPMF).
No artigo Não à volta da CPMF, o presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, Antonio Oliveira Santos, manifesta a posição contrária da CNC ao restabelecimento da Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras (CPMF). Para ele, a volta da CPMF, de forma permanente e rebatizada como Contribuição Social para a Saúde (CSS), é uma agressão aos contribuintes brasileiros, que já suportam a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) e a CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido), as quais são destinadas, justamente, a financiar o Sistema Único de Saúde, ao lado da previdência e da assistência sociais.
“Os empresários brasileiros, preparados para dar sua contribuição à presidente eleita, não aceitam a possibilidade de conviver com a acintosa proposta da CSS. Os novos representantes do povo no Congresso Nacional, eleitos nas últimas eleições, cometerão uma heresia política se recepcionarem a fraude de uma tal proposta que, em nome da saúde, visa, sem qualquer pudor, aprovar um aumento de mais de R$ 40 bilhões na insuportável carga tributária”, afirma Oliveira Santos. “Nessas condições e ao tempo em que apoia firmemente a alocação no Orçamento de maior parcela da Cofins e da CSLL, para as ações da área da saúde do Governo federal, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) manifesta, publicamente, a sua posição contrária à volta da CPMF”, completa o empresário.