Presidente da CNC defende ampliação das parcerias público-privadas para garantir crescimento econômico no médio prazo

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A recuperação e ampliação da infraestrutura econômica o Brasil são os maiores desafios que o Executivo federal e os executivos estaduais, saídos das eleições gerais de outubro, terão de enfrentar.

A recuperação e ampliação da infraestrutura econômica o Brasil são os maiores desafios que o Executivo federal e os executivos estaduais, saídos das eleições gerais de outubro, terão de enfrentar. A avaliação é do presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Antonio Oliveira Santos, no artigo “O crescimento econômico no médio prazo“, publicado na edição de 14 de outubro do Jornal do Commercio.


Em tempos de expansão da atividade econômica do País, quando se projeta uma taxa de expansão do PIB entre 6,5% e 7%, é necessário, segundo Oliveira Santos, que os candidatos explicitem claramente suas propostas de agenda para os próximos quatro anos. Para o empresário, o desequilíbrio ou a falta de complementaridade entre os investimentos de infraestrutura e as atividades diretamente produtivas – como o comércio – leva ao estrangulamento da produção no Brasil.


“Na verdade, a carência de uma infraestrutura econômica eficiente não se explica apenas pelo conflito das prioridades nos orçamentos públicos, entre gastos correntes e ‘sobras’ para investimento. Há também uma baixa capacidade gerencial das administrações públicas para levar adiante, a tempo e a hora, obras de grande envergadura e complexidade”, destaca, citando o exemplo da construção das eclusas da hidrelétrica de Tucuruí, no Pará, que passou por uma série de interrupções. Ao fim, Oliveira Santos sugere: “Como além de garantir financiamento é preciso ter também a condução eficiente das obras, a resposta ao desafio está provavelmente no amplo uso da legislação hoje existente sobre as parcerias público-privadas”.

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