A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) sediou, em 20 de agosto, no Rio de Janeiro, um encontro de empresários brasileiros e especialistas em investimentos no mercado chinês, promovido pela Câmara de Comércio Brasil-China, entidade que faz parte da Federação das Câmaras de Comércio Exterior (FCCE).
“Queremos manter nossos associados mais informados sobre como negociar com a China de forma eficaz, rápida e com segurança”, resumiu Uta Schwietzer, diretora executiva da Câmara.
A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) sediou, em 20 de agosto, no Rio de Janeiro, um encontro de empresários brasileiros e especialistas em investimentos no mercado chinês, promovido pela Câmara de Comércio Brasil-China, entidade que faz parte da Federação das Câmaras de Comércio Exterior (FCCE).
“Queremos manter nossos associados mais informados sobre como negociar com a China de forma eficaz, rápida e com segurança”, resumiu Uta Schwietzer, diretora executiva da Câmara. Segundo ela, é necessário mais cultura de negócios entre os dois países, para levar empresários brasileiros a investir na China. O interesse que os chineses têm em ajudar tecnicamente a indústria do Brasil também foi citado por Uta. “Os empreendedores brasileiros não precisam ter medo da China, ela não vai engolir o setor”, disse Uta. “O Brasil ainda não é tão agressivo na venda de seus produtos para a China, e não falo só de minério de ferro ou outras commodities”, complementou.
Para que o Brasil venda mais para a China, necessário que alguns produtos nacionais se adaptem para o mercado chinês. Esta foi uma das informações apresentados por Mauricio Queiroz, consultor da CWCC, empresa de Hong Kong que presta consultoria a empresas de outros países com interesse em se instalar na China. “Os produtos devem se adaptar à cultura chinesa, se não ficam restritos aos segmentos que atendem estrangeiros no país, como os aeroportos” disse Queiroz.