O consultor em Gestão de Riscos Empresariais da Deloitte Touche Tohmatsu, Robson Calil Chaar, e o general de brigada Jamil Megid Junior participaram, no dia 28 de abril, da reunião do Conselho de Turismo da CNC, no Rio de Janeiro.
O consultor em Gestão de Riscos Empresariais da Deloitte Touche Tohmatsu, Robson Calil Chaar, e o general de brigada Jamil Megid Junior participaram, no dia 28 de abril, da reunião do Conselho de Turismo da CNC, no Rio de Janeiro. Na pauta, dois dos grandes eventos esportivos que serão realizados no Brasil nos próximos anos: a 5ª edição dos Jogos Mundiais Militares, em 2011, e a Copa do Mundo de Futebol, em 2014.
Megid Junior, coordenador geral do Comitê de Planejamento Operacional dos 5° Jogos Mundiais Militares, falou sobre a organização e a infraestrutura de que o Brasil dispõe para sediar o evento, que será realizado entre 16 e 24 de julho de 2011. A 5ª edição reunirá cerca de 6 mil atletas dos 131 países-membros do Conselho Internacional do Esporte Militar, que participarão de 37 modalidades esportivas distribuídas entre os municípios do Rio de Janeiro e Resende.
“Montaram um palco para o Brasil dar um show”. Com esta analogia, Robson Chaar, responsável pelos projetos da Deloitte relacionados à Copa de 2014, resumiu a importância da realização, aqui, de um evento do porte da Copa do Mundo. Para ele, esta será a grande oportunidade de mudar, ou construir, a imagem do País diante do mundo. Chaar afirmou que a Copa é o maior evento de negócios do mundo, e que o Brasil passará por mudanças profundas, especialmente nos aspectos de infraestrutura e capital humano, após 2014. Mas, advertiu, as exigências da Fifa para a realização da Copa são pesadas. “É possível que nem todas as 12 cidades sediem os jogos”, disse. O consultor de riscos empresariais apresentou o que chamou de “cadernos” da Fifa para as Copas do Mundo, uma lista com 27 itens estabelecidos pela entidade internacional que contém determinações a serem cumpridas. “Estes cadernos têm um objetivo específico, que é o de garantir que o sucesso das Copas. Um deles, por exemplo, trata do legado que o evento deixará para o país-sede, pois eles entendem que a Copa deve ser um marco modificador para aquele lugar”, afirma Chaar. Os cadernos são divididos em áreas como saúde pública, sustentabilidade, gerenciamento de desastres, TI e comunicações, transporte e infraestrutura, comunicação e cultura, fechamento de negócios e proteção e segurança, entre outros.