Twitter, Facebook, Orkut e outras redes sociais foram pauta da Teleconferência Sesc-Senac de Mídias Sociais, que aconteceu no dia 20 de abril, na sede do SESC e Senac Nacionais, na Barra, e transmitida via satélite para mais de 400 pontos em todo o Brasil.
Twitter, Facebook, Orkut e outras redes sociais foram pauta da Teleconferência Sesc-Senac de Mídias Sociais, que aconteceu no dia 20 de abril, na sede do SESC e Senac Nacionais, na Barra, e transmitida via satélite para mais de 400 pontos em todo o Brasil. Para esquentar o debate sobre o tema que está cada vez mais em discussão, foram convidados Gustavo Gindre – mestre em Comunicação e Cultura, membro do coletivo Intervozes e conselheiro do Comitê Gestor da Internet – e Vitor Guerra – publicitário, diretor de Planejamento em Mídias Sociais da Agência Ideia S/A.
Segundo pesquisa do IBGE, 56 milhões de brasileiros acessaram a internet em 2009, o que equivale a 35% da população do país. Para Vitor Guerra, esse número só tende a aumentar, pois os usuários têm necessidade de produzir conteúdo colaborativo, de falar e serem ouvidos: “A forma mais fácil e rápida hoje é por meio das mídias sociais, ferramentas que potencializam a cultura em rede”.
De acordo com Gustavo Gindre, a internet, ao contrário do que muitos pensavam, aproximou as pessoas de diferentes classes, sociedades, personalidades e regiões. Através das mídias, os usuários definem perfis, fazem contatos e direcionam o foco para o que lhes for mais interessante e necessário: “O contexto de cada uma delas quem cria é o usuário. A maioria das mídias sociais tem o papel de manter relações, mas no caso do Twitter, por exemplo, o propósito é outro”, disse.
Vitor Guerra afirmou que, para que uma instituição tenha um bom desempenho em uma mídia social é preciso, em primeiro lugar, que ela encontre seu público. O segundo passo é entender a relação dos estudantes com as redes e buscar o melhor de cada ferramenta para levar ao ambiente escolar. “Os alunos podem gerar muito conteúdo colaborativo, principalmente em blogs e enciclopédias livres. Em cima disso, os educadores aproveitam o gancho, utilizam um tema discutido em sala para gerar um debate online”.
Diversos regionais do SESC e do Senac em todo o Brasil estão presentes em mídias sociais como o Twitter, o Facebook e o Youtube.