O IBGE divulgou, no dia 18, o resultado da taxa de desemprego medida nas seis principais regiões metropolitanas do País, e o resultado – 7,4% em novembro, ante 7,5% em outubro – mostra que o número de desempregados na economia brasileira é o menor do ano. A taxa também é a melhor para um mês de novembro desde o início da série histórica, em 2002. Com uma alta de 0,8% na oferta de empregos – ou 32 mil vagas, o comércio puxou o resultado da taxa de desemprego em novembro.
O IBGE divulgou, no dia 18, o resultado da taxa de desemprego medida nas seis principais regiões metropolitanas do País, e o resultado – 7,4% em novembro, ante 7,5% em outubro – mostra que o número de desempregados na economia brasileira é o menor do ano. A taxa também é a melhor para um mês de novembro desde o início da série histórica, em 2002. Com uma alta de 0,8% na oferta de empregos – ou 32 mil vagas, o comércio puxou o resultado da taxa de desemprego em novembro.
Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a redução do desemprego ocorre em um período particularmente importante para a empregabilidade no comércio, a contratação temporária. “Este ano deverão ser criados 131,7 mil postos de trabalho em todo o comércio para atender à demanda sazonal de final de ano. As principais demandas por trabalhadores temporários deverão se dar nos ramos de tecidos, vestuário e calçados (50,9 mil vagas), hiper e supermercados (24,1 mil) e artigos eletrônicos (18,9 mil). Em relação ao ano passado deveremos observar um aumento de 5,9% no emprego temporário”, avalia o economista Fabio Bentes, da Divisão Econômica da entidade.
A indústria registrou estabilidade na oferta de novos postos de trabalho em novembro, ante outubro, e queda na comparação com novembro de 2008 (1,9%, ou 70 mil vagas). A construção civil teve alta de 0,7% sobre outubro (11 mil vagas) e de 1,7% em relação a igual período do ano passado (26 mil vagas).
Segundo o IBGE, o número total de trabalhadores formais foi de 21,6 milhões em novembro, o que representa uma alta de 0,5% sobre outubro e de 0,7% sobre igual mês de 2008. Já o número de desocupados teve queda de 2,3% na comparação mês a mês e de 2,6% na anual, atingindo, em novembro, um total de 1,7 milhão de pessoas.
Em novembro, o rendimento médio do assalariado caiu 0,1% na comparação com outubro, ficando em R$ 1.353,60. Em relação a igual período de 2008, houve alta de 2,2%. A pesquisa indica ainda que a massa de rendimento real dos ocupados (R$ 29,4 bilhões) cresceu 0,5% no mês e 2,3% no ano.