O Ministério do Trabalho, por meio do Conselho de Imigração – CNIg, realizou na sede da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, no dia 14 de dezembro, durante a IV edição do jantar de confraternização dos conselheiros, solenidade em homenagem ao Dia Mundial dos Direitos Humanos dos Migrantes – comemorado oficialmente no dia 18 de dezembro.
O Ministério do Trabalho, por meio do Conselho de Imigração – CNIg, realizou na sede da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, no dia 14 de dezembro, durante a IV edição do jantar de confraternização dos conselheiros, solenidade em homenagem ao Dia Mundial dos Direitos Humanos dos Migrantes – comemorado oficialmente no dia 18 de dezembro.
Ao comemorar o Dia Mundial dos Direitos Humanos dos Migrantes, com apoio da representante da CNC no CNIg, Marjolaine Canto, o Conselho Nacional de Imigração apresentou questões trabalhadas em conjunto entre o Itamaraty e o Ministério do Trabalho e Emprego, na defesa dos Direitos Humanos e migratórios.
Problemas como prisão, perda de documentos e mesmo de trabalho foram citadas como assuntos trabalhados na defesa do emigrante brasileiro que está em outro país, e do imigrante estrangeiro que aqui se encontra, pelo representante do Itamaray, o Embaixador Eduardo Gradilone – Diretor Departamento Consular e de Brasileiros no Exterior do Ministério das Relações Exteriores. Ele alertou que, muitas vezes, a falta de sensibilidade para com certos assuntos pode acabar desembocando em crises diplomáticas. “Essa é uma área muito sensível, cada vez mais politizada e difícil de tratar”, explicou. “Temos também trabalhando no sentido de dissociar imigração de criminalidade”, declarou o embaixador, definindo essa ação como um desafio que tem sido enfrentado com a parceria dos Ministérios, principalmente o MTE.
O presidente do CNIg, Paulo Sérgio de Almeida, declarou que a migração internacional soma cerca de 217 milhões de pessoas e representa fluxos variados, independentemente do grau de desenvolvimento do país. “Segundo dados do PNUD, somente 30% emigraram de países pobres para os países ricos”, explicou Paulo. “É, portanto, um fenômeno global que repercute na Comunidade Internacional como um todo, trazendo consequências para países ricos e pobres”. Segundo ele, a atitude restritiva de muitos países aos migrant , gera violência, exploração, discriminação e xenofobia frente aos trabalhadores migrantes, e acaba por violar elementares princípios de proteção aos direitos humanos e sociais. E um dos trabalhos do conselho é defender o trabalhador migrante dessas agressões físicas e psicológicas, “O Brasil vem denunciando este tipo de atitude e defende mais cooperação e respeito aos migrantes. E o CNIg está na vanguarda deste movimento em defesa dos migrantes e trabalhadores migrantes”, finalizou o presidente do conselho.
Além dos membros do conselho, estiveram presentes representantes da Petrobrás, de empresas de tecnologia de ponta na área de telefonia e da ABREMAR – Associação Brasileira de Representantes de Empresas Marítimas.