Reflexos do Turismo na economia são analisados no CTur da CNC

Compartilhe:

O Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) reuniu em 30 de setembro especialistas para tratar dos diferentes reflexos que a atividade turística gera na economia do País. O encontro aconteceu na sede da CNC, no Rio de Janeiro.


Abrindo a reunião, Bayard do Couto Boiteux, conselheiro e coordenador geral dos cursos de Turismo e Hotelaria da UniverCidade, destacou pontos específicos sobre “Os impactos da economia turística na população anfitriã”.

O Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) reuniu em 30 de setembro especialistas para tratar dos diferentes reflexos que a atividade turística gera na economia do País. O encontro aconteceu na sede da CNC, no Rio de Janeiro.


Abrindo a reunião, Bayard do Couto Boiteux, conselheiro e coordenador geral dos cursos de Turismo e Hotelaria da UniverCidade, destacou pontos específicos sobre “Os impactos da economia turística na população anfitriã”. Bayard destacou que a população percebe o turismo de forma diferente daqueles que atuam no segmento, e não sabe como a atividade impacta a economia. “O senso comum é o que se apresenta nos cadernos de turismo: apenas a venda de pacotes. Deveríamos estar no caderno de economia dos jornais”, afirmou. O especialista sugeriu a criação de uma cartilha denominada “O Turismo pode mudar a sua qualidade de vida: impactos econômicos”, com informações que mostrem como a atividade pode impactar de maneira positiva a economia; a programação de palestras desenvolvidas em clubes, escolas, repartições públicas, associações de moradores sobre economia e Turismo; e a sistematização de todas as informações sobre impactos econômicos do Turismo nos portais das prefeituras das cidades.


Gérard Jean Bourgeaiseau, diretor de Relações Institucionais do Windsor Hotéis, concordou com o posicionamento de Bayard Boiteux quanto à adoção de uma metodologia única para tratar as informações do segmento. Bourgeaiseau também criticou a falta de um calendário de eventos mais forte para o segmento.


Luiz Gustavo Barbosa, coordenador do Núcleo de Turismo da Fundação Getulio Vargas, falou sobre “Competitividade x Impacto na Economia”. Para ele, a dificuldade de o Turismo se posicionar como importante atividade econômica dá-se por alguns motivos, entre eles, pelo fato de a atividade representar pouco na economia do País – cerca de 2,5% do PIB nacional. “Ainda existe muito potencial a ser explorado. É uma vocação natural”, disse.  Por fim, Alexandre Sampaio de Abreu, presidente do Sindicato de Hotéis Restaurantes, Bares e Similares do Estado do Rio de Janeiro, destacou em sua participação que acredita que o turismo receptivo deva ser considerado atividade de exportação, beneficiando-se da desoneração de tributos e dando mais condições de o setor se tornar mais competitivo.

Leia mais

Rolar para cima