A taxa de desemprego nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE ficou em 8% em julho – é a menor taxa deste ano e também a menor para um mês de julho desde 2002, início da série histórica. Em relação a julho do ano passado, a Pesquisa Mensal do Emprego (PME) caiu um ponto percentual. O rendimento médio real dos trabalhadores ocupados também registrou alta na pesquisa do IBGE: 0,5% em julho sobre junho, ficando em R$ 1.323,30.
A taxa de desemprego nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE ficou em 8% em julho – é a menor taxa deste ano e também a menor para um mês de julho desde 2002, início da série histórica. Em relação a julho do ano passado, a Pesquisa Mensal do Emprego (PME) caiu um ponto percentual. O rendimento médio real dos trabalhadores ocupados também registrou alta na pesquisa do IBGE: 0,5% em julho sobre junho, ficando em R$ 1.323,30.
Para a Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os dados são resultado do processo de reativação da economia no segundo trimestre do ano. “O PIB relativo ao período de abril a junho, ainda não divulgado, deverá sinalizar um desempenho expansivo das atividades econômicas, alavancado pela redução da taxa de juros e pela maior disponibilidade de crédito, fatores que, somados a isenções fiscais para bens de grande impacto no consumo, podem influenciar na demanda de mão de obra”, afirma o economista José Barrozo.
O contingente de desocupados totalizou 1,9 milhão de pessoas, uma variação negativa de 0,7% na comparação com o mês passado e com julho do ano passado. Já a população ocupada somou 21,3 milhões de pessoas, o que representa um aumento de 0,9% em relação a junho e de 1,1% sobre julho de 2008.
Na segmentação por setores, em junho, o comércio foi o que teve o maior aumento na oferta de empregos: 1,9% na comparação com junho e 2,3% ante julho de 2008. A indústria registrou aumento de 0,3% na oferta de vagas em relação ao mês passado e queda de 4,7% sobre julho de 2008.