Mesmo em tempos de crise, os números do comércio eletrônico no Brasil apontam para o franco crescimento do setor, com resultados que devem se estender até o fim do ano. Ainda sem dados fechados, as previsões apontam que o segmento movimentará R$ 4,6 bilhões no primeiro semestre do ano, e a projeção para todo o ano de 2009 é de R$ 10 bilhões.
A aceitação dos negócios pela internet no Brasil influencia os números: o comércio eletrônico no País chegou ao fim do primeiro semestre aprovado por 86,11% das pessoas que usaram a internet para fazer compras.
Mesmo em tempos de crise, os números do comércio eletrônico no Brasil apontam para o franco crescimento do setor, com resultados que devem se estender até o fim do ano. Ainda sem dados fechados, as previsões apontam que o segmento movimentará R$ 4,6 bilhões no primeiro semestre do ano, e a projeção para todo o ano de 2009 é de R$ 10 bilhões.
A aceitação dos negócios pela internet no Brasil influencia os números: o comércio eletrônico no País chegou ao fim do primeiro semestre aprovado por 86,11% das pessoas que usaram a internet para fazer compras. Esta foi a média do desempenho apurado mês a mês, de janeiro a junho, no Índice de Confiança do e-consumidor, estudo desenvolvido pela consultoria e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS). O trabalho revela uma variação próxima a um ponto percentual entre o período com a maior e a menor marca de satisfação. No mês de fevereiro, 85,59% dos consumidores se diziam satisfeitos com o serviço prestado pelas lojas eletrônicas. Já em junho a proporção de compradores satisfeitos saltou para 86,57%.
Em meio a tamanho crescimento, o cenário dos negócios está em plena mudança. A distribuição de share entre as lojas virtuais está cada vez mais em evidência já que os pequenos e médios estão ganhando espaço. Levantamento comparativo sobre a participação no mercado do 1° trimestre de 2009 em relação ao 1° trimestre de 2008 aponta que os dez maiores varejistas perderam 6,45 pontos percentuais. Em contrapartida, as pequenas e médias varejistas ganharam 1,62% em marketshare, na mesma base de comparação.
De acordo com Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, a confiança que o canal traz ao consumidor, aliada a maior conscientização no ato da compra, continuam sendo fatores contribuintes para essa tendência no cenário do e-commerce. Ele afirma que os consumidores estão mais informados a cada dia e orientados a fazerem uma compra com segurança, algo que não é exclusivo dos líderes do mercado. Hoje, a procura é pela melhor oferta, e não pela maior loja.