Em audiência na Câmara nesta terça-feira, a gerente de tecnologia da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Tatiana Lowande, fez uma avaliação positiva dos dez anos de implantação da política de medicamentos genéricos no Brasil.
“A principal consequência dessa política foi a redução de até 35% no preço dos genéricos em relação aos medicamentos de referência”, afirmou Tatiana há pouco no evento promovido pela Comissão de Seguridade Social e Família.
Em audiência na Câmara nesta terça-feira, a gerente de tecnologia da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Tatiana Lowande, fez uma avaliação positiva dos dez anos de implantação da política de medicamentos genéricos no Brasil.
“A principal consequência dessa política foi a redução de até 35% no preço dos genéricos em relação aos medicamentos de referência”, afirmou Tatiana há pouco no evento promovido pela Comissão de Seguridade Social e Família.
Ela substitui na audiência o presidente da Anvisa, Dirceu Raposo de Mello, que ficou impossibilitado de comparecer por estar envolvido nas ações contra a gripe suína.
Segundo a representante da Anvisa, os genéricos são um dos itens do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), com metas para inclusão de 1.100 novos genéricos até 2011 no rol desses medicamentos comercializados no País.
Hoje, segundo Tatiana, são mais de 2.000 genéricos fabricados por 36 laboratórios no Brasil. “Em 2008, os genéricos participaram com 17% do total de remédios comercializados”, acrescentou.
Bioequivalência
A Anvisa, ressaltou Tatiana, implantou o cadastro nacional de voluntários em estudos de bioequivalência. Esses estudos verificam se a atuação do genérico no ser humano equivale à do medicamento de marca.
“O cadastro evita a participação simultânea de voluntários em outros estudos, pois foi constatado que algumas pessoas estavam utilizando os estudos como um meio de vida”, explicou. Com o cadastro, a Anvisa procura a segurança dos voluntários e dos estudos.
Agência Câmara, 28 de abril de 2009.