A Constituição Federal de 1988 garantiu a liberdade e afastou a ingerência estatal das organizações sindicais. A partir de então, ficou consagrada a autogestão do Sistema Confederativo de Representação Sindical, permitindo assim que as entidades sindicais trabalhem voltadas para a defesa dos interesses dos representados e da sociedade.
A entidade que possui a carta sindical ou o registro sindical tem legalmente a representação de uma categoria em determinada área de abrangência. A representação, por si só, não garante o reconhecimento da categoria.
A Constituição Federal de 1988 garantiu a liberdade e afastou a ingerência estatal das organizações sindicais. A partir de então, ficou consagrada a autogestão do Sistema Confederativo de Representação Sindical, permitindo assim que as entidades sindicais trabalhem voltadas para a defesa dos interesses dos representados e da sociedade.
A entidade que possui a carta sindical ou o registro sindical tem legalmente a representação de uma categoria em determinada área de abrangência. A representação, por si só, não garante o reconhecimento da categoria. É preciso alcançar a representatividade, que, conforme descrito no material do curso de Aperfeiçoamento de Dirigentes Sindicais da Divisão Sindical da CNC, “é a legitimidade da representação”.
A representatividade é obtida pelas entidades sindicais na atuação junto à sua base e à sociedade. O papel de um sindicato vai além de seus representados. A atuação de um sindicato que busca a representatividade passa pela conquista de resultados relevantes, com voz ativa em todos os locais onde os interesses das categorias representadas são discutidos; com uma rede de relacionamentos forte com políticos, empresários, mídia, setor público e sociedade em geral; e com a oferta de produtos e serviços que agreguem valor aos associados.
Para atingir resultados efetivos e garantir a representatividade é necessário modernizar constantemente a forma de administrar as entidades sindicais utilizando estratégia, planejamento, informações, processos e pessoas qualificadas, ou seja, aprimorar a aplicação de práticas de gestão. Conforme destacado pelo presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, no Guia da Excelência do SEGS 2009, “quanto maior for o nível de profissionalismo do Sistema CNC, maior será a confiança e o apoio do empresariado e da sociedade ao sindicalismo patronal no Brasil”.