Garibaldi: alternativas para a saúde diferentes da CSS

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Ao discursar no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, durante o lançamento da Frente Parlamentar dos Dirigentes Lojistas, o presidente do Senado, Garibaldi Alves, voltou a afirmar que existem alternativas mais eficazes que uma contribuição social para destinar recursos à saúde, um setor da administração pública que ele reconhece em crise.


– Os comerciantes varejistas não podem ser penalizados pela criação da CSS (Contribuição Social para a Saúde). A minha posição é clara. Não vejo nenhum dilema entre ficar a favor da saúde e contra a CSS.

Ao discursar no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, durante o lançamento da Frente Parlamentar dos Dirigentes Lojistas, o presidente do Senado, Garibaldi Alves, voltou a afirmar que existem alternativas mais eficazes que uma contribuição social para destinar recursos à saúde, um setor da administração pública que ele reconhece em crise.


– Os comerciantes varejistas não podem ser penalizados pela criação da CSS (Contribuição Social para a Saúde). A minha posição é clara. Não vejo nenhum dilema entre ficar a favor da saúde e contra a CSS. Ninguém venha me colocar num canto da parede por causa disso. É óbvio que o governo teria outras alternativas para buscar o financiamento da saúde, que, diga-se de passagem, vem atravessando uma crise sem precedentes no Brasil inteiro – disse o presidente, nesta quarta-feira (4).


Lembrando sua formação como jornalista e sua condição de político desde a mocidade, Garibaldi disse que, como não será eternamente presidente do Senado, está pronto para, quando encerrar seu mandato no comando da instituição, enfileirar-se “na linha de frente desta Frente”, no propósito de dar seu apoio ao comércio lojista. Ele disse que, se hoje tem impedimentos para ingressar nessa Frente, em fevereiro de 2009 pode perfeitamente integrar-se a ela.


Também em discurso, o vice-presidente da Frente Parlamentar, senador Adelmir Santana (DEM-DF), afirmou que o grupo vai envidar todos os esforços em favor dos comerciantes, trabalhando pela desburocratização da área, pelo fim da informalidade e pelo aperfeiçoamento das normas jurídicas concernentes ao comércio varejista. “Ainda temos muito a fazer”, declarou.


Já o presidente da Frente, deputado Paulo Bornhausen (DEM-SC), disse em seu discurso que esse organismo não pretende ser apenas mais um movimento em favor de uma causa, mas efetivamente dar voz ao comércio varejista no Brasil. E acrescentou: “não somos oposição ao governo, somos a favor do Brasil”.

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