CNC sedia IV Conferência de Arbitragem Internacional do Rio de Janeiro

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A Confederação Nacional do Comércio sedia hoje, dia 13 de maio, a IV Conferência de Arbitragem Internacional do Rio de Janeiro, que tem como tema principal a Convenção de Nova York, documento de reconhecimento e execução de Laudos Arbitrais Internacionais ao qual o Brasil aderiu em 2002, consolidando a atividade no País.


Participaram da mesa de abertura do evento o ministro do Superior Tribunal Eleitoral Carlos Caputo Bastos, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil-RJ, Wadih Damous, a presidente da Comissão de Arbitragem da OAB-RJ, Adriana Astuto, o presidente da Comissão de Ar

A Confederação Nacional do Comércio sedia hoje, dia 13 de maio, a IV Conferência de Arbitragem Internacional do Rio de Janeiro, que tem como tema principal a Convenção de Nova York, documento de reconhecimento e execução de Laudos Arbitrais Internacionais ao qual o Brasil aderiu em 2002, consolidando a atividade no País.


Participaram da mesa de abertura do evento o ministro do Superior Tribunal Eleitoral Carlos Caputo Bastos, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil-RJ, Wadih Damous, a presidente da Comissão de Arbitragem da OAB-RJ, Adriana Astuto, o presidente da Comissão de Arbitragem da Fundação Getúlio Vargas, Julian Chacel, os árbitros Pedro Batista Martins e José Emídio Nunes Pinto, os advogados Arnoldo Wald e Carlos Henrique Fróes, o consultor de Economia da CNC, Ernane Galvêas, e a advogada da Divisão Sindical da CNC, Inez Balbino.


Na abertura, os advogados e consultores em Arbitragem Pedro Batista Martins, José Emílio Nunes Pinto, Arnoldo Wald, Carlos Henrique Fróes e o presidente da OAB-RJ Wadih Damous falaram sobre a importância da Arbitragem como alternativa à solução de conflitos e as suas vantagens em comparação a tribunais judiciais, como rapidez, custos menores, prevalência da autonomia da vontade das partes e especialização do árbitro nas questões a serem analisadas.


Na parte da tarde os participantes assistirão a quatro painéis: Aplicação da Convenção de Nova York nos Estados Unidos e União Européia; Pontos Polêmicos da Convenção de Nova York; Os Artigos II e III da Convenção de Nova York – A Experiência das Instituições Arbitrais Internacionais; e a Compatibilização da Lei Brasileira de Arbitragem com a Convenção de Nova York sob a Ótica Brasileira e Estrangeira. Árbitros, advogados e especialistas no assunto participam do evento, que teve início as 9h30 e deve terminar por volta de 19 horas.


 

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