O vice-presidente Financeiro e de Relações Institucionais da Confederação Nacional do Comércio, Luiz Gil Siuffo Pereira, está participando hoje (10), junto com representantes de outras Confederações patronais, de audiência pública na Câmara dos Deputados sobre a reforma do Sistema S, do qual fazem parte o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), administrados pela CNC.
O vice-presidente Financeiro e de Relações Institucionais da Confederação Nacional do Comércio, Luiz Gil Siuffo Pereira, está participando hoje (10), junto com representantes de outras Confederações patronais, de audiência pública na Câmara dos Deputados sobre a reforma do Sistema S, do qual fazem parte o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), administrados pela CNC. A reunião, coordenada pelos deputados Reginaldo Alves e Alex Canziani, é promovida pela Frente Parlamentar em Defesa das Políticas Públicas de Juventude e pela Frente Parlamentar em Defesa da Educação Profissional, do Ensino à Distância e Novas Tecnologias.
É a segunda reunião dos integrantes das duas frentes parlamentares. Na semana passada, o grupo recebeu o ministro da Educação, Fernando Haddad, que propôs reservar 30% dos recursos do Sistema S para o financiamento de vagas gratuitas destinadas a alunos de baixa renda.
No evento de hoje, Gil Siuffo rebateu o argumento do governo de que o serviço prestado pelas entidades do Sistema S é elitista, e apresentou alguns dados sobre o atendimento realizado pelo Sesc e pelo Senac, os braços de desenvolvimento social e qualificação profissional da CNC: “Em 2007, o Senac atendeu 1,1 milhão de estudantes, dos quais 700 mil não pagaram pelos cursos e ainda receberam bolsa-alimentação e transporte”, disse. O presidente da Confederação Nacional da Indústria, Armando Monteiro Neto, afirmou que 70% dos alunos do Sistema S são oriundos da rede pública.