O ministro da Educação, Fernando Haddad, explicou hoje à tarde as mudanças que o governo pretende fazer no Sistema S para aproximá-lo do sistema de educação formal.
A proposta, que será transformada em projeto de lei, visa utilizar parte dos recursos do Sistema S para garantir matrículas gratuitas na educação profissional.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, explicou hoje à tarde as mudanças que o governo pretende fazer no Sistema S para aproximá-lo do sistema de educação formal.
A proposta, que será transformada em projeto de lei, visa utilizar parte dos recursos do Sistema S para garantir matrículas gratuitas na educação profissional. O governo quer criar um fundo contábil de âmbito nacional para que a repartição dos recursos do Sistema S seja feita de acordo com a oferta de matrículas gratuitas no ensino profissionalizante.
De acordo com o ministro, as instituições que oferecerem essas matrículas terão direito à participação maior na repartição nos recursos do Sistema S.
Segundo Haddad, a intenção do governo é fazer uma mudança pontual na regra de repartição dos recursos do Sistema S, sem fazer qualquer ingerência no sistema, “com base no princípio de que os recursos do Sistema S, que são arrecadados no conjunto da sociedade, possam dar sustentação à educação profissional gratuita”.
Acesso à universidade
O ministro lembrou que o programa de educação do governo prevê que, até 2011, pelo menos 30% dos alunos do ensino médio da rede pública possam ter garantido o acesso à universidade pública. Haddad acrescentou que o governo quer que os 70% restantes possam ter acesso à matrícula gratuita na rede de ensino profissionalizante do Sistema S.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, participou da reunião das frentes parlamentares em Defesa das Políticas de Juventude e em Defesa da Educação Profissional, do Ensino a Distância e Novas Tecnologias, no plenário 10 da Câmara dos Deputados.