IPC recua mais em março, prevê Fipe

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Gazeta Mercantil  Editoria: Nacional  Página: A-2


A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) projeta nova desaceleração para a inflação em São Paulo em março. A expectativa é de uma variação de 0,13%. Em fevereiro, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,19%, queda de 0,33 ponto percentual em relação a janeiro (0,52%).


A maior contribuição para a queda neste mês virá do grupo alimentação, cujos os preços devem recuar 0,67%. Em fevereiro, houve deflação de 0,15%, o menor patamar desde julho de 2006, quando variação negativa ficou em 0,40%.

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A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) projeta nova desaceleração para a inflação em São Paulo em março. A expectativa é de uma variação de 0,13%. Em fevereiro, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,19%, queda de 0,33 ponto percentual em relação a janeiro (0,52%).


A maior contribuição para a queda neste mês virá do grupo alimentação, cujos os preços devem recuar 0,67%. Em fevereiro, houve deflação de 0,15%, o menor patamar desde julho de 2006, quando variação negativa ficou em 0,40%.


Os itens que mais contribuíram para queda no mês passado foram frango (-5,55%), carnes bovinas (-1,61%) e produtos in natura (2,11%). Arroz e feijão continuam com os preços em alta, 3,59% e 6,39%. Mas, segundo o coordenador da pesquisa, Márcio Nakane, já apresentam desaceleração na ponta – comparação entre a última apuração de fevereiro com o mesmo período de janeiro. No caso do feijão, o preço já recuou 8,87%, enquanto o arroz registrou alta de 2,69%. “É um cenário mais tranqüilo para alimentação”, comenta.


Para o grupo habitação, a previsão é de uma variação positiva de 0,33% em março, ante taxa de 0,35% no mês passado. Com alta de 6,66%, o imposto predial (IPTU) foi a principal contribuição de alta para o IPC em fevereiro e seu impacto será nulo até o final do mês. Por outro lado, a conta de energia elétrica deve ficar 2% mais cara em São Paulo, após pequena alta de 0,09%, devido ao reajuste autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).


A Fipe prevê ainda aceleração 0,37% para 0,45% em transportes. O aumento reflete ainda os reajuste nas tarifas de transporte coletivo. Saúde deve fechar o mês em 0,55%, ante 0,57% em fevereiro. Para vestuário, a expectativa é de avanço de 0,06% para 0,40%. Educação recua de 0,17% para 0,04%, prevê Nakano.


 


 

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