Inflação em Queda

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Gazeta Mercantil   Editoria: Nacional   Página: A-4


A projeção para a inflação oficial está em queda. A previsão dos analistas do setor financeiro para a alta do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que serve de parâmetro para o governo, recuou de 4,45% para 4,39% ao ano. A meta do governo é fechar o ano com 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos.


Em 12 meses, a expectativa foi mantida em 4,26%. Para fevereiro, a previsão é de inflação a 0,52%, com redução para 0,35% no mês seguinte.

Gazeta Mercantil   Editoria: Nacional   Página: A-4


A projeção para a inflação oficial está em queda. A previsão dos analistas do setor financeiro para a alta do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que serve de parâmetro para o governo, recuou de 4,45% para 4,39% ao ano. A meta do governo é fechar o ano com 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos.


Em 12 meses, a expectativa foi mantida em 4,26%. Para fevereiro, a previsão é de inflação a 0,52%, com redução para 0,35% no mês seguinte. A informação consta do Relatório de Mercado (Focus), que divulga semanalmente pesquisa do Banco Central realizada com 100 instituições financeiras.


No mercado paulista, a projeção dos analistas é de que o Índice de Preços ao Consumidor, medido pela Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (IPC-Fipe), fique em 4,06% no ano, uma redução de 0,01 ponto per centual em relação à projeção da semana anterior. Em 12 meses, a projeção foi mantida em 3,94% e para os meses de fevereiro e de março a expectativa é de 0,30%.


No atacado, as projeções para o ano estão em alta. Os analistas esperam que o Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) fique em 5,09% no ano, a expectativa anterior era de 5,05%. Em 12 meses, a projeção é de 4,73%; em fevereiro a previsão é de 0,45% e em março, 0,34%.


O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) deve ficar neste ano em 5,22%, uma alta de 0,16 ponto percentual, e para 12 meses a projeção passou de 4,51% para 4,61%. No mês, a previsão é de 0,51% e de 0,35% em março.


A projeção para o crescimento do PIB ficou estável em 4,50%, em 2008, e caiu de 4,06% para 4% no ano que vem. A estimativa para a produção industrial foi mantida em 5%, neste ano, e em 4,5%, em 2009.


Os analistas reduziram a projeção de investimento estrangeiro direto (capital que se destina ao setor produtivo) no Brasil neste ano. De acordo com o boletim Focus a estimativa foi reduzida de US$ 30 bilhões para US$ 29,50 bilhões neste ano, com redução para US$ 25 bilhões em 2009.


Com a desvalorização do dólar norte-americano, que deve terminar 2008 cotado a R$ 1,80, os analistas mantiveram a projeção de US$ 30 bilhões para o saldo da balança comercial (exportações menos importações) neste ano, com redução para US$ 25,56 bilhões no ano que vem.


O saldo em conta corrente, que envolve todas as transações comerciais e financeiras com o exterior, deve fechar o ano negativo (com déficit) de US$ 7,70 bilhões, sendo que a projeção da semana anterior era de US$ 7,50 bilhões. Para o próximo ano, a estimativa foi mantida em US$ 12 bilhões de déficit.


Quanto à taxa básica de juros, a Selic, os analistas continuam com a previsão de que será mantida em 11,25% em 2008.

 


 


 


 


 


 

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