Faturamento das MPES sobe 11,4%

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Jornal do Commercio  Editoria: Rio de Janeiro  Página: A-17


Ofaturamento das Micro e Pequenas Empresas (MPEs) do Estado do Rio de Janeiro cresceu 11,4% e a massa salarial de seus empregados foi elevada em 12%, entre julho de 2006 e julho de 2007. Os números constam de sondagem feita pelo Sebrae-RJ em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). A pesquisa aponta também tendência de continuidade de elevação dos indicadores de aquecimento econômico nesses segmentos de negócios. O sondagem foi feita com 145 mil empresas.

Jornal do Commercio  Editoria: Rio de Janeiro  Página: A-17


Ofaturamento das Micro e Pequenas Empresas (MPEs) do Estado do Rio de Janeiro cresceu 11,4% e a massa salarial de seus empregados foi elevada em 12%, entre julho de 2006 e julho de 2007. Os números constam de sondagem feita pelo Sebrae-RJ em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). A pesquisa aponta também tendência de continuidade de elevação dos indicadores de aquecimento econômico nesses segmentos de negócios. O sondagem foi feita com 145 mil empresas.


As micro e pequenas empresas fluminenses movimentaram R$ 4,1 bilhões e ocuparam 1,9 milhão de trabalhadores, cuja remuneração injetou na economia um montante de R$ 991 milhões. Os segmentos também geraram 24,9 mil novos empregos naquele mês.


“A boa notícia é que as micro e pequenas empresas estão crescendo e dinamizando a economia do Estado. Os números também demonstram um equilíbrio entre o crescimento da região metropolitana e do interior”, observou o diretor-superintendente do Sebrae-RJ, Sérgio Malta, que aponta o aumento do poder aquisitivo das camadas mais pobres da população como um dos fatores que têm contribuído para o dinamismo das MPEs fluminenses.


O salário médio por empregado no interior do Estado passou de R$ 507,81, em julho do ano passado, para R$ 567,52, em julho deste ano, o que representou um crescimento de 7,3%. Em igual período, a elevação foi de 6,3% na região metropolitana, onde o vencimento médio dos empregados subiu de R$ 609,91 para R$ 674,77.


Além do crescimento da massa salarial, Malta chamou a atenção para o faturamento do setor de serviços no Estado, que teve elevação de 15,6%, de julho de 2006 a julho de 2007, enquanto a indústria cresceu 11,9% e o comércio 7,4%. Os Jogos Pan-Americanos tiveram forte influência sobre os resultados, segundo o diretor-superintendente do Sebrae-RJ e do coordenador de Projetos da FGV, Sérgio Gustavo da Costa.


Segundo Costa, em julho último, os indicadores já apontavam para um crescimento de 24,1% no faturamento dos restaurantes e estabelecimentos de bebidas, em relação a igual mês do ano passado, enquanto os hotéis faturaram 16,9% a mais no período.


O gerente da Área de Estratégias e Diretrizes do Sebrae-RJ, Cezar Kirszenblatt, destacou a importância que as classes C,D e E estão começando a ocupar na economia fluminense. Segundo ele, recente levantamento com 412 empreendimentos indicou que 61% do total consideravam que esses novos nichos de consumidores tinham influência sobre os seus negócios.




 

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