O representante da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis), José Camargo Hernandes, informou que a margem de lucro dos distribuidores de álcool combustível do estado de São Paulo subiu 171% entre janeiro e os primeiros dias de agosto deste ano. Ele aponta o pequeno número de distribuidores de etanol como uma das causas desse aumento. A Agência Nacional de Petróleo (ANP) limita o número de distribuidores do produto.
Apesar do imapcto da medida sobre o preço do etanol, Hernandes disse que é favorável à limitação.
O representante da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis), José Camargo Hernandes, informou que a margem de lucro dos distribuidores de álcool combustível do estado de São Paulo subiu 171% entre janeiro e os primeiros dias de agosto deste ano. Ele aponta o pequeno número de distribuidores de etanol como uma das causas desse aumento. A Agência Nacional de Petróleo (ANP) limita o número de distribuidores do produto.
Apesar do imapcto da medida sobre o preço do etanol, Hernandes disse que é favorável à limitação. Para ele, o pequeno número de distribuidoras facilita a fiscalização da qualidade do álcool que é vendido nos postos. O representante da Fecombustíveis participou de audiência pública da Comissão de Minas e Energia, encerrada há pouco. O debate foi convocado para diuscutir a diferença entre de preço do etanol nas usinas e nos postos revendedores de combustíveis.
Já o assessor jurídico da União da Indústria de Cana-de-Açúcar de São Paulo (Única), Francesco Giannetti, criticou as regras da ANP que restrigem o número de distribuidores. Ele argumenta que a limitação é a principal responsável pelo aumento de preços e precisa ser revista. O deputado João Almeida (PSDB-BA) também criticou as normas da ANP. Para ele, o crescimento da produção e do uso do etanol exige uma legislação diferenciada, que garanta mais benefícios para os consumidores.
Agência Câmara, 16 de agosto de 2007.