Superávit da balança comercial no ano é 8,5% menor que o de 2006

Compartilhe:

As compras de cereais e outros itens do setor de moagem e de produtos siderúrgicos foram as que mais cresceram entre as importações feitas pelo Brasil neste mês. O crescimento nas duas primeiras semanas de agosto foi de 75% e 69,2%, respectivamente, segundo o Ministério do Desenvolvimento.

As compras de cereais e outros itens do setor de moagem e de produtos siderúrgicos foram as que mais cresceram entre as importações feitas pelo Brasil neste mês. O crescimento nas duas primeiras semanas de agosto foi de 75% e 69,2%, respectivamente, segundo o Ministério do Desenvolvimento. A expansão leva em conta o total negociado por dia útil, chamada de média diária, em relação ao mês de agosto de 2006. 


Outros produtos da pauta de importações também registram forte crescimento – como os químicos orgânicos e inorgânicos (68%), alumínio (62,5%) e veículos automóveis e suas partes (56,4%) – e ajudam a explicar o comportamento da balança neste ano. 


Com o ritmo das importações bem acima ao ritmo registrado pelas exportações, o saldo está em queda. No ano, a diferença entre as vendas e as compras é de US$ 24,975 bilhões, 8,5% inferior ao registrado no mesmo período de 2006 (US$ 27,298 bilhões). 


Até o dia 12 de agosto, as vendas ao exterior totalizam US$ 92,463 bilhões e as compras, US$ 67,488 bilhões – crescimento de 15,2% e 27,4%, respectivamente. Na comparação de agosto ante agosto de 2006, a expansão é de 30,5%. 


Já entre as exportações, todas as categorias de produtos registram expansão, mas não tão expressivas. A média diária apresenta alta de 7,9%. No caso dos semimanufaturados, o aumento é de 11,6%, puxado principalmente pelas vendas de cátodos de cobre, ferro-ligas e cátodos de níquel. A exportação de manufaturados subiu 11,1% devido aos negócios com óxidos e hidróxidos de alumínio, fio-máquina e barras de ferro ou aço. No caso dos básicos, o crescimento foi o menor, 1,7%. Os destaques foram algodão bruto e milho em grão. 




 

Leia mais

Rolar para cima