Monitor – 28 de setembro de 2023

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Informativo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo28/09/23 | nº 999 | ANO V |  www.cnc.org.br
Em chamada de capa, O Globo destaca que a criação de vagas temporárias para as principais datas do calendário do comércio – Dia das Crianças, Black Friday e Natal – deve alcançar o maior patamar em dez anos nas projeções da CNC. Na avaliação de Fábio Bentes, economista sênior da CNC, o Natal vai ser melhor do que o do ano passado. Para ele, tudo leva a crer que o setor passe do patamar de 110 mil postos temporários abertos. Na série histórica, o patamar mais alto foi em 2013, com 115 mil vagas abertas. “Com os juros ea inflação menores, certamente teremos o maior contingente de trabalhadores temporários para o período dos últimos dez anos”, conclui.A coluna Comércio em Pauta, publicada hoje em O Globo, registra a realização dos eventos Conecta e Sicomércio 2023. No evento, o presidente da CNC, José Roberto Tadros, avaliou a importância da adaptação aos novos cenários nos âmbitos político, econômico, social e sindical.O conteúdo produzido pela CNC também aborda que o núcleo de ensino a distância do Sesc formou sua primeira turma e registra a 19ª edição do Congresso Internacional de Tecnologia na Educação do Senac.No caderno especial VarejoValor Econômico ressalta que a CNC prevê alta real de 2% das vendas em 2023. O saldo entre aberturas e fechamentos de lojas no primeiro bimestre também foi positivo, com 27,6 mil novos pontos, incluindo físicos e digitais, de acordo com a CNC.Conforme a abordagem, a recuperação do poder de compra, melhora da renda, queda da inflação e redução, ainda que pequena, da taxa de juros, sinalizam momentos de menor turbulência no varejo. Em O Dia (RJ), chamada de capa situa que foi aberta ontem a Abav Expo 2023, organizada pela Associação Brasileira dos Agentes de Viagem (Abav). A exposição retorna ao Rio de Janeiro após 11 anos e reúne 2 mil marcas no Riocentro, em Jacarepaguá. A previsão é de que o público chegue à casa dos 36 mil visitantes até amanhà, quando se encerra o evento. O veículo frisa que o conta com o patrocínio da CNC, entre outras entidades.Diário do Comércio (MG) informa que a Federação do Comércio de Minas Gerais (Fecomércio-MG), em parceria com o Sebrae-MG, vai realizar o Inova Varejo BH na próxima semana O evento, com foco em gestão, inovação e tendências de varejo e consumo, terá a presença dos economistas Fábio Bentes e Gilberto Alvarenga, da CNC.Correio do Estado (MS) veicula que o comércio varejista de Mato Grosso do Sul projeta um cenário mais otimista para este fim de ano. Empresários e representantes do segmento esperam resultado melhor do que o visto em 2022.A reportagem sublinha que a pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) registrou novo aumento este mês, de acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O indicador mostra que em setembro foram registrados 105, 8 pontos, ante os 104, 9 do mês anterior, A pesquisa aponta que acima de 100 pontos o cenário é positivo.Correio do Povo (RS) comunica que os comerciantes brasileiros ficaram menos otimistas em setembro, segundo a CNC. O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (lcec) recuou 0, 7% em relação a agosto, para 113,1 pontos, já descontadas influências sazonais. A publicação acrescenta que o cenário é de cautela entre o empresariado, devido aos altos índices de endividamento e inadimplência entre as empresas, que limitam investimentos, mesmo com a proximidade de datas como o Dia das Crianças, a Black Friday e o Natal.A Gazeta (MT), por sua vez, afirma que há diversos motivos para celebrar o Dia Mundial do Turismo, comemorado na quarta-feira (27). O texto pontua que, segundo a CNC, o volume de receitas do turismo deverá encerrar 2023 com faturamento real de R$ 458 bilhões, um avanço de 8, 8% em relação a 2022.
ConciliaçãoFolha de S.Paulo informa que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu ontem, pela primeira vez desde que assumiu o cargo, com o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, no Palácio do Planalto. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também presente, o encontro serviu de início de construção de uma relação. Haddad disse ainda que houve uma “pactuação” para que essas reuniões sejam mais frequentes. Valor Econômico e Correio Braziliense avançam em frente semelhante.CréditoO Globo assinala que a preocupação do presidente Lula com o volume de crédito concedido no Brasil teria sido o que o fez decidir receber o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.O encontro foi pedido pelo próprio Campos Neto, em um ofício enviado após o primeiro corte nos juros, que ocorreu em agosto, e articulado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.Meta fiscalEm O Estado de S. Paulo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, isolado dentro do governo por críticos à meta de zerar o déficit fiscal em 2024, espera que o presidente do BC, Roberto Campos Neto, se torne seu aliado na defesa do objetivo junto ao presidente Lula e ao Congresso. Haddad foi o principal articulador da agenda, no Palácio do Planalto, entre Lula e Campos Neto. O encontro teve o objetivo de mostrar a Lula que uma mudança agora da meta poderia atrapalhar o ciclo de corte de juros com prejuízo para a retomada da economia.PrecatóriosO Estado de S. Paulo entrevista o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, que rebate as críticas de que a proposta de mudança na classificação dos precatórios seja contabilidade criativa e possa abrir espaço para novos gastos no Orçamento. “O pessoal fica meio triste que a gente não está fazendo nenhuma picaretagem, fica procurando esse tipo de coisa. ‘Ah, mas qual é a pegadinha?’ Não tem pegadinha”, explica. “Não tem um real de diferença em termos de espaço fiscal para o ano que vem. O pedido é muito claro: abertura de crédito extraordinário deduzido o montante já previsto na proposta orçamentária de 2024”, completa o secretário.PlanejamentoFolha de S.Paulo situa que o Ministério do Planejamento e Orçamento, comandado por Simone Tebet, ficou escanteado na decisão de como resolver a bomba dos precatórios. A Secretaria de Orçamento Federal (SOF) não endossou a nota técnica elaborada pelo Tesouro Nacional e Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional para dar sustentação aos pleitos da Advocacia-Geral da União. A SOF até se dispôs a assinar o documento, mas queria obter antes um parecer de suas próprias áreas, e não houve tempo hábil para isso.DesenrolaValor Econômico mostra que o relator do projeto de lei (PL) que institui o programa Desenrola, senador Rodrigo Cunha (Podemos-AL), afirmou nesta quarta-feira que vai explicitar em seu parecer a limitação de 100% da dívida ao ano para os juros do rotativo do cartão de crédito. Segundo Cunha, será uma “emenda de redação”, que não altera o mérito da matéria e, portanto, não faz o texto voltar à Câmara.“Na lei, há uma limitação de cobrança de juros do cartão de crédito de até 100% [da dívida], mas lá está escrito ‘se não tiver um acordo firmado pelos cartões de crédito junto ao Conselho Monetário Nacional [CMN]’. Queremos colocar isso como teto, ou seja, o acordo do CMN tem que ser até 100%. A lei está deixando essa brecha e é nisso que vamos atuar”, disse Cunha.Crédito esfriaValor Econômico observa que o ritmo de crescimento do estoque de crédito segue em desaceleração. Segundo o Banco Central (BC), o saldo dos empréstimos teve alta de 8,9% em agosto em relação ao mesmo período de 2022, para R$ 5,52 trilhões. Já a inadimplência média ficou estável em 3,6% em agosto. Entre as empresas, houve alta de 0,1 ponto, para 2,7% e, entre as famílias, uma queda de 0,1 ponto, para 4,1%. No crédito com recursos livres, o indicador ficou em 4,9% e, no direcionado, em 1,6%, estável nas duas comparações.Para o Citi, a inadimplência da pessoa física corrobora a ideia de que o indicador atingiu o pico e deve passar a mostrar melhoras. Com isso, a discussão pode se mover para quando o crédito irá reacelerar, segundo os analistas.Cartão de créditoO Globo atenta que o brasileiro fica, em média, 18 dias no rotativo do cartão de crédito, segundo estudo feito pela consultoria Oliver Wyman. Na prática, quando completa um mês na modalidade, o cliente passa a pagar a mesma taxa de juros dos consumidores que parcelam suas compras no cartão.O estudo da Oliver Wyman mostra que o cartão de crédito com juros tem baixa participação sobre o volume total de crédito oferecido para pessoas físicas no Brasil. A participação total é de 5%, sendo 3% referentes ao uso do rotativo e 2% ao parcelado. Já a participação do cartão de crédito sem juros é de 14%, enquanto o consignado representa 22%, indica o levantamento.Queda na confiançaValor Econômico comunica que o Índice de Confiança do Consumidor brasileiro medido pela Ipsos chegou a setembro com 57 pontos, um recuo de 0,9 ponto em comparação a agosto deste ano, indica pesquisa antecipada ao Valor. É a segunda queda mensal seguida em 12 meses, destaca Marcos Calliari, CEO da Ipsos Brasil.“Dois meses seguidos é um sinal de alerta. Vamos ver o que acontecerá em outubro – se, de fato, estamos vendo o fim de um clima de lua de mel com as boas notícias divulgadas pelo governo federal”, disse. Em um ano, contudo, o indicador acumula alta de 7,3 pontos. O Brasil não alcançava o atual patamar de confiança há uma década, conta.Superávit brasileiroValor Econômico reporta que o saldo comercial do Brasil no acumulado até a quarta semana de setembro ficou em quase US$ 70 bilhões (US$ 69,6 bilhões), acima dos US$ 61,53 bilhões de todo o ano de 2022, o que indica novo resultado recorde para este ano, capaz de fazer o país galgar postos nas classificações internacionais de superávits comerciais. O Brasil estava em sexto lugar no ranking de janeiro a junho nos dados mais recentes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) com 46 países. Em 2022 o Brasil foi o oitavo na classificação e em 2019, período pré-pandemia, era o 11º.
Subnotificação no varejoPainel S.A. (Folha de S.Paulo) reverbera que a NielsenIQ, que trabalha coma Abras (Associação Brasileira de Supermercados) no monitoramento do setor, rebate a informação de que seus relatórios sobre market share teriam 60% de sub notificação sobre o faturamento do varejo alimentar.A companhia diz que os dados da Scanntech estão errados e mostram “descompromisso com a realidade”. À concorrente da NielsenIQ afirma que os supermercados faturam R$ 1,1 trilhão por ano e não R$ 696 bilhões, dado do anuário da Abras para 2022.O faturamento do varejo total, com supermercados, atacarejos, farmácias e perfumaria, bares, restaurantes, casas noturnas, eletro e e-commerce é de R$ 1,3 trilhão, diz a NielsenIQ. A consultoria que trabalha coma Abras diz manter um time de pesquisadores para apurar dados nos estabelecimentos. “Temos segurança de classificar corretamente cerca de 1,2 milhão de varejistas no Brasil”.ShoppingsNo suplemento VarejoValor Econômico avalia que os shopping centers brasileiros estão deixando de ser somente centros de compras para se transformarem em um mix de varejo, entretenimento e serviços, seguindo tendência que vem ocorrendo globalmente. Empreendimentos com a configuração de duas décadas atrás não existem mais, afirma Glauco Humai, presidente da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce). Segundo Humai, a evolução da experiência do consumidor está diretamente relacionada ao investimento que o shopping faz em tecnologia. A tendência é a convergência do varejo físico com o digital.FidelizaçãoTambém no caderno especial, Valor traz que os programas de fidelização, restritos a bancos e empresas aéreas até alguns anos atrás, agora permeiam os diferentes segmentos do varejo, de supermercados a farmácias, passando por vestuário e redes de combustível. Dados da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (Abemf) mostram que a indústria de fidelidade teve um crescimento da ordem de 20% no último trimestre. Nos últimos 12 meses, os benefícios concedidos e resgatados representaram um mercado de R$ 20 bilhões, de acordo com Emerson Moreira, CEO da Vertem e presidente da Abemf. Hoje, mais de 50% da população economicamente ativa participa de mais de um programa de fidelidade, segundo a associação.Comércio digitalValor, no caderno Varejo, aponta que os efeitos de problemas enfrentados por algumas empresas em seus balanços, como a Americanas, o impasse fiscal envolvendo importações e a influência dos juros altos sobre o consumo derrubaram em 4,3% as vendas do comércio eletrônico no primeiro trimestre ante o mesmo período de 2022, para R$ 40 bilhões, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). A entidade prevê, contudo, que resultados mais animadores das vendas deverão ocorrer no segundo semestre. Para este ano, a associação projeta o faturamento do setor em R$ 185,7 bilhões, com alta de 9,9% sobre 2022. A ABComm prevê ainda faturamento de R$ 205 bilhões para 2024, de R$ 225 bilhões para 2025, e de R$ 248 bilhões para 2026. De acordo com a reportagem, as projeções também são otimistas para outros indicadores: crescimento de 7,1% no número de pedidos neste ano, de 2,17% no tíquete médio, para R$ 470, e de 4,8% no total de clientes (83,8 milhões).e-commerceEm pauta complementar, Valor aborda que o e-commerce tem elevado sua participação no setor de varejo. A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) afirma que as vendas on-line representam cerca de 10% do faturamento do varejo. Mas, para algumas empresas, essa fatia já se aproxima de 40%. Em levantamento para o Valor, a Suno Research avaliou os balanços de cinco varejistas listadas em bolsa – Carrefour, Grupo SBF (Centauro), C&A, Petz e Renner – de 2019 até o segundo trimestre deste ano. Todas tiveram alta na participação do e-commerce no faturamento, e o consenso entre os analistas é o de que o isolamento imposto pela covid forçou o movimento de início ou de aprimoramento das vendas digitais.Bandeira AzulO Globo informa que Pedras de Sapiatiba, em São Pedro de Aldeia, e Ubás, em Iguaba Grande, se tornaram as primeiras praias de lagoa de água salgada certificadas no Brasil com a Bandeira Azul. O reconhecimento internacional, que avalia a qualidade da água e a limpeza da praia, entre outros critérios, faz parte de um programa credenciado pela ONU e pela Unesco. A premiação é válida para a temporada 2023-2024.Grandes eventosEm editorial, O Globo defende que tem se revelado bom negócio a aposta do Rio no setor de grandes eventos. Só neste ano, a sequência inclui a comemoração do centenário do Copacabana Palace, a Bienal do Livro, o evento de tecnologia Web Summit, o Rio Gastronomia, o Vinhos de Portugal e a Abav Expo, maior encontro de turismo na América Latina. O jornal argumenta que, pela infraestrutura construída para os megaeventos e pelo potencial turístico, o Rio tem condições de sediar grandes eventos. Mas a prefeitura precisa disputá-los com outras cidades e provar ser capaz de oferecer acomodação, mobilidade e segurança ao público.“O turismo e a realização de eventos são vocações que não podem ser desperdiçadas para recuperar a economia da cidade. Quanto mais eventos, maiores as chances de aumentar a arrecadação e a geração de empregos”, afirma o veículo.AmericanasA Coluna do Broadcast, no Estado de S. Paulo, revela que e-mails trocados entre o presidente do Conselho de Administração da Americanas, Eduardo Saggioro, e a diretoria indicam interações e reuniões frequentes do representante do colegiado com a cúpula da gestão, entre os quais o ex-CEO Miguel Gutierrez. As mensagens também sugerem participação em temas estratégicos, como a discussão sobre a compra do Hortifruti Natural da Terra.Em depoimento à Polícia Federal em 28 de junho ao qual a Coluna teve acesso, Saggioro disse que esteve com Gutierrez em “cinco reuniões anuais de conselho e em contatos pontuais”. As trocas de emails obtidas pela reportagem indicam ao menos oito reuniões ao longo de 2022 e nove de um Comitê de Estratégia e Comunicação em 2021.Além de detalhes da contratação de Sérgio Rial como CEO, Saggioro relatou que teria tido um primeiro indício da dívida acima do reportado oficialmente em 4 de janeiro de 2023 por meio de contato telefônico de Rial.Avanço da SheinValor Econômico expõe que varejistas e indústrias brasileiras se movimentam para retomar as discussões, junto ao governo, em torno do fim da atual isenção de imposto de importação para remessas internacionais de até US$ 50. Declarações recentes da secretaria-executiva do Ministério da Fazenda, de que não há previsão para se rever a isenção, geraram desconforto entre líderes dos setores.De acordo com o veículo, o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), a principal entidade do setor, solicitou reunião nesta semana com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para retomar a discussão em torno de uma alíquota intermediária, no lugar da atual isenção.
Marco temporalManchetes nos veículos de circulação nacional destacam que o Senado aprovou projeto de lei que estabelece a tese do marco temporal para a demarcação de terras indígenas. A votação, rápida, foi uma resposta ao Supremo Tribunal Federal. Na semana passada, o STF havia rejeitado o marco, segundo o qual só podem ser demarcadas reservas em áreas ocupadas por indígenas até a promulgação da Constituição, em 1988. A votação no STF também foi concluída ontem.Rosa WeberFolha de S.Paulo, O Globo e demais publicações reportam que a ministra Rosa Weber deixa a presidência do STF (Supremo Tribunal Federal), nesta quinta-feira (28). Ela se despediu ontem do plenário da Corte com uma defesa veemente da democracia e reiterou a importância da presença de mulheres no Supremo. Ela passará hoje o comando ao ministro Luís Roberto Barroso e, na semana que vem, vai se aposentar, porque completará 75 anos.Barroso no STFValor Econômico acrescenta que o ministro Luís Roberto Barroso toma posse como presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira, com o desafio de sanar os pontos de atrito entre o Poder Judiciário e o Congresso Nacional. Seu perfil – mais afeito a conversas políticas do que sua antecessora, ministra Rosa Weber – é considerado positivo na construção desse diálogo. Como presidente de um STF que segue sob os holofotes, caberá a Barroso administrar a pauta do plenário.Paralisia na CâmaraFolha de S. Paulo publica que a Câmara viveu ontem dia de paralisação capitaneada pelo centrão e ruralistas contra decisões do STF e do governo Lula. O protesto esvaziou comissões, sessões e votações, inclusive a da PEC da Anistia, e acabou à noite, com acordo para liberação de R$ 200 milhões em créditos para a agricultura.CPI do MSTA CPI do Movimento dos Sem Terra (MST) encerrou os trabalhos ontem sem votar o relatório apresentado pelo relator, deputado Ricardo Salles (PL-SP). O Globo, Folha de S.Paulo e O Estado de S. Paulo detalham que integrantes do colegiado acusaram governo e Centrão de fazer “manobras” para atrapalhar os trabalhos da CPI e disseram que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), não cumpriu o compromisso de garantir a votação.
O Ibovespa fechou em leve alta de 0,12% nesta quarta-feira (27), aos 114.327 pontos. Apesar de, à primeira vista, parecer que o dia foi morno ao olhar para o dado final do índice, o benchmark foi marcado pela volatilidade, de olho no cenário macro. O dólar ganhou força mundialmente, com o DXY, que mede sua força frente outras divisas de países desenvolvidos, avançando 0,42%, aos 106,68 pontos. Frente ao real a alta foi de 1,22%.

Valor EconômicoApós rejeição no STF, Senado aprova marco temporal de terras indígenasO Estado de S. PauloSenadores reagem a decisão do STF e aprovam marco temporalFolha de S.PauloSenado reage a STF e passa marco temporal em voto-relâmpagoO GloboSenado aprova marco temporal para demarcações que STF derrubouCorreio BrazilienseSenado aprova marco temporal em reação ao STF

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