Serviços em alta
Valor Econômico noticia que o faturamento real do setor de serviços na capital paulista cresceu 8,8% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, segundo a Pesquisa Conjuntural do Setor de Serviços na Cidade de São Paulo (PCSS), elaborado pela Fecomercio-SP.
O desempenho gerou um faturamento R$ 28,4 bilhões superior ao apurado no primeiro semestre do ano passado. As influências negativas em relação ao primeiro semestre do ano passado foram nas áreas de agenciamento, corretagem e intermediação (-22%), representação (-9,6%) e saúde (-7,8%). As mais positivas foram mercadologia e comunicação (77,8%), construção civil (30,6%) turismo, hospedagem, eventos e assemelhados (83,8%).
Tutoria de chefs
Capital S/A (Correio Braziliense) anota que alunos do curso de Gastronomia do Senac-DF terão um incremento cultural na grade curricular a partir de outubro.
Chefs internacionais indicados por integrantes do Grupo de Países da América Latina e Caribe (Grulac) entrarão em sala de aula e em cozinhas para ensinar receitas típicas de suas regiões e expandir os sabores da culinária estrangeira na capital federal.
Tributação
Mercado S/A, no Correio Braziliense, anota que estudo recente feito pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) constatou que 95% das empresas brasileiras pagam mais impostos do que deveriam.
Abordagem pontua que reforma tributária trará alívio para esse cenário, mas não resolve tudo. Segundo Douglas Campanini, sócio da Athros Auditoria e Consultoria, as companhias deverão seguir em busca de recuperação de tributos recolhidos indevidamente.
Aviação doméstica
Painel S.A., na Folha de S.Paulo, indica que a aviação doméstica brasileira registrou o melhor mês de agosto em passageiros e demanda por quilômetro desde 2000.
Foram transportados 8,2 milhões de passageiros, alta de 4,3% ante agosto de 2019, pré-pandemia, diz a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). A Latam ficou na liderança do mercado, com 38,3% dos voos, seguida por Gol (32,6%) e Azul (28,6%).
Adoção de rua
O Globo mostra que um trecho da histórica Rua São José, no coração do Centro Financeiro do Rio de Janeiro, será alvo a partir do mês que vem da primeira experiência brasileira a adotar o conceito de Business Improvement District (BID), espaço cuidado por associações formadas por empresários em parceria com o governo.
Nesse sistema — já implantado, por exemplo, na Times Square, em Nova York, assim como em pontos de Londres (Inglaterra) e da Cidade do Cabo (África do Sul) —, a iniciativa privada entra com recursos financeiros para melhorar a infraestrutura e a sensação de segurança de áreas específicas, o que valoriza imóveis do entorno e revigora o ambiente de negócios.
O anúncio do início do programa foi feito ontem por Marcelo Haddad, CEO do grupo de empresários Aliança Centro Rio, em um painel sobre o programa urbanístico da prefeitura Reviver Centro durante o evento Rio Construção Summit, na Zona Portuária.
Veto a barulho
O Estado de S. Paulo informa que o Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) derrubou, de forma definitiva, parte de uma lei paulistana aprovada no ano passado que aumentava o limite de barulho perto de estádios e casas de shows da cidade de São Paulo de 55 para 75 decibéis.
De acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em área mista com predominância de atividades culturais, lazer e turismo, o limite de nível de pressão sonora no período noturno é de 55 decibéis. No caso do período da manhã, é de 65 decibéis.
Hotel para apartamento
O Globo traz que o Reviver Centro2, iniciativa recém-aprovada pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro que ampliou os incentivos fiscais e urbanísticos para empreendimentos residenciais, já tem o primeiro projeto com base nas novas regras.
Em um debate no Rio Construção Summit, na Zona Portuária, o grupo Opportunity detalhou ontem como será a transformação dos quartos do Hotel São Francisco, na Rua Visconde de Inhaúma, em apartamentos.
Americanas I
O Globo adianta que a Americanas sofreu ontem uma derrota na justiça, que determinou a retomada da perícia nos e-mails do comando da varejista referentes aos últimos dez anos.
A perícia é um pedido do Bradesco, que quer encontrar provas sobre a gestação da fraude contábil na companhia. Mas a Americanas alegava que a firma responsável pela perícia — a Kroll — mantinha parceria com os advogados do banco — o escritório Warde — em outros casos e não poderia seguir com a tarefa.
Americanas II
Folha de S.Paulo repercute que o banco Safra foi à Justiça contestar um pagamento antecipado de títulos de dívida no valor de R$ 1 bilhão feito pouco antes de a Americanas anunciar “inconsistências contábeis” e entrar em recuperação judicial.
Na petição, a qual a Folha teve acesso, a companhia fala em “conduta suspeita e peculiar” do grupo Americanas, “que merece atenta e específica avaliação”. Segundo o documento, os créditos oriundos da emissão dos títulos foram “estranha e coincidentemente” antecipados e quitados de forma parcial ou integral no mesmo dia da publicação do fato relevante.
Crise na Saraiva I
Em chamada de capa, Valor Econômico destaca que a piora da crise enfrentada pela rede de livrarias Saraiva nos últimos dias deve levar a Justiça de São Paulo a analisar se decreta a falência da empresa, após pedido protocolado por um dos credores, a Websoul Tecnologia da Informação. Até o início da noite desta quinta-feira (21), a questão estava na mesa do juiz do caso, pronta para julgamento, mas ainda sem decisão.
Além disso, a publicação frisa que o administrador da recuperação judicial da Saraiva, a RV3 Consultores, encaminhou ontem à 2ª Vara de Falências de Recuperações Judiciais de São Paulo, responsável pelo caso, petição relatando descumprimento das condições acertadas no plano da companhia. O administrador solicita que a empresa sejam intimada a prestar esclarecimentos, sob pena de convolação da recuperação judicial em falência.
Crise na Saraiva II
O Estado de S. Paulo acrescenta que a Livraria Saraiva demitiu seus funcionários na quarta-feira, 20. A rede, que já foi a maior do Brasil, com cerca de 100 livrarias, está em recuperação judicial e ainda tinha cinco livrarias físicas. A empresa tem uma Assembleia Geral Especial de Preferencialistas (Agesp agendada para esta sexta-feira, 22.
Segundo o PublishNews, publicação especializada em mercado editorial, uma das discussões previstas é a transformação das ações preferenciais em ações ordinárias. Assim, o controle da empresa, atualmente com a família Saraiva, poderia ser transferido para os principais acionistas preferenciais. Folha de S.Paulo e O Globo também registram. |