Informativo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo 06/09/23 | nº 979 | ANO V | www.cnc.org.br |
|
Reportagem no Valor Econômico destaca que a parcela recorde de inadimplentes sem condição de quitar dívidas observada na Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), indica necessidade de melhora em capacidade de pagamento das famílias.
O texto salienta que a observação partiu de Izis Ferreira, economista da CNC responsável pela pesquisa. A técnica pontuou que, no levantamento, a CNC apurou um cenário de endividamento em baixa, mas de inadimplência em alta. Esses dois fatores estão sendo afetados respectivamente por fatores favoráveis e desfavoráveis no atual ambiente macroeconômico, explicou ela.
Em agosto, a fatia de endividados na Peic caiu de 78,1% para 77,4% de julho para agosto, e ficou abaixo de agosto do ano passado (79%). Essa foi a menor parcela desde junho de 2022 (77,3%). Por outro lado, a mesma pesquisa da CNC mostrou que a proporção dos endividados que estão inadimplentes ficou em 30% em agosto. Essa fatia foi maior do que a de julho (29,6%) e do que a de agosto do ano passado (29,6%).
O tema é repercutido pelo Correio Braziliense, Extra (RJ), O Dia (RJ), Diário do Litoral (SP), Cruzeiro do Sul (SP), Jornal do Commercio (PE), Diário de Pernambuco (PE), Correio (BA), Jornal de Brasília (DF), Jornal Pequeno (MA), O Liberal (PA), Em Tempo (AM), Correio do Povo (RS) e O Sul (RS).
A Gazeta (MT) informa que que o índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) em Cuiabá atinge a marca de 113,8 pontos em agosto e tem alta de quase 8% em relação a julho. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o patamar atual segue em ritmo de recuperação, uma vez que ainda está 17,5% abaixo do registrado no mesmo período do ano passado.
No Jornal do Commercio (PE), a coluna JC Negócios mostra que 57,9% dos comerciantes de bens não duráveis, como alimentos, bebidas, combustíveis e medicamentos estão mais otimistas em agosto, segundo o recorte local feito pela Fecomércio Pernambuco da pesquisa do Indice de Confiança dos Empresários do Comércio. A nota pontua que o resultado foi em linha com a pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) da CNC.
Já Estado de Minas (MG) publica artigo de Frederike Mette que cita a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), ao discorer sobre a reação da economia, com a queda no índice de inadimplentes.
Mette, no entanto, questiona os impactos da retomada. Para ela, as políticas públicas que incentivam a compra em prol da economia parecem mais uma saída para que indicadores macroeconômicos voltem a ser positivos e satisfatórios. “Uma estratégia de curto prazo que pode agravar o endividamento e a inadimplência de longo prazo”, conclui. |
|
|
Desenrola Manchetes na Folha de S.Paulo e O Estado de S. Paulo destacam aprovação, pela Câmara, do projeto com as regras para o programa Desenrola Brasil, que prevê limite para juros do rotativo do cartão de crédito caso instituições financeiras não apresentem proposta de taxa menor em 90 dias. Folha cita que o parcelamento de compras sem juros, ponto central do impasse entre bancos e representantes das maquininhas de cartões, não foi tema de discussão. A matéria foi aprovada de forma simbólica. A proposta usa mesmo parâmetro do modelo inglês, no qual a cobrança de juros não pode exceder o equivalente a 100% do montante original da dívida do cliente.
Segundo Estadão, o projeto aprovado pela Câmara também prevê que o Conselho Monetário Nacional faça anualmente uma reavaliação sobre o limite dos juros. O Globo e Valor Econômico também abordam o assunto. Impacto Folha de S.Paulo entrevista o deputado Alencar Santana (PT-SP), relator do projeto que trata do Desenrola Brasil, que avalia que alterações no parcelamento de compras sem juros podem afetar a economia como um todo.
MEIs O Globo ressalta que uma das novidades do projeto que regulamenta o Desenrola Brasil é que quem tem dívida com microempreendedores individuais (MEI) e pequenas empresas poderá renegociá-las por meio da nova plataforma digital que será criada pelo governo. Segundo o trecho acrescentado pelo relator Alencar Santana, credores interessados em participar dessa fase vão oferecer descontos aos devedores e terão acesso ao Fundo Garantidor de Operações, que vai dispor de R$ 8 bilhões em recursos.
Inteligência artifical Manchete no Valor Econômico aborda avanço da inteligência artificial (IA) generativa e desafios impostos à economia global. Aplicações da IA parecem ilimitadas, desde análise de risco por serviços financeiros a sensores de previsão de colheita no campo. Em relatório recente, a consultoria McKinsey calcula que só a IA generativa poderá movimentar de US$ 2,6 trilhões a US$ 4,4 trilhões por ano na economia mundial, com base em 63 casos analisados. De acordo com a consultoria IDC, no Brasil, os gastos com IA vão superar US$ 1 bilhão neste ano, pela primeira vez. O resultado representa um crescimento de 33% em relação ao ano passado. Já os investimentos em automação inteligente podem passar de US$ 214 milhões, com aumento de 17%.
Produção industrial Folha de S.Paulo divulga que a indústria perdeu força de forma mais intensa que o esperado no início do terceiro trimestre, voltando a registrar recuo pela primeira vez em três meses e sem conseguir dar sinais de retomada. A reportagem cita cenário desafiador internamente e externamente. A produção industrial teve contração de 0,6% em julho na comparação com o mês anterior e de 1,1% anterior o mesmo período do ano passado, segundo divulgado ontem pelo IBGE. Segundo analistas, a perspectiva para a indústria no restante do ano é de fraqueza, ou até mesmo negativa. Há pressões da taxa de juros elevada e desaceleração global, com destaque para a China, o que afeta a demanda. O Estado de S. Paulo avança em frente semelhante.
Juros sobre Capital Próprio Folha de S.Paulo situa que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu ao Congresso a retirada da urgência ao projeto de lei que propõe acabar, a partir do próximo ano, com o mecanismo de juros sobre capital próprio. O projeto havia sido enviado na semana passada, no mesmo dia em que o governo anunciou a taxação dos fundos exclusivos e offshores. A retirada do pedido foi publicada ontem no Diário Oficial da União.
Selic Valor Econômico repercute que a diretora de assuntos internacionais do Banco Central, Fernanda Guardado, reforçou ontem que a autoridade está olhando “exatamente” para a lista indicada na última ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) para decidir se vai acelerar ou não o ritmo sinalizado de corte de 0,5 ponto percentual na Selic por encontro. A diretora enfatizou, contudo, que a mudança precisa ser “substancial” para alterar o plano de voo porque o colegiado já tem um cenário mais otimista que o do mercado. Ela adiantou que o resultado mais forte do PIB vai impactar a estimativa de hiato do produto da autoridade monetária, mas que a expectativa é de “abertura moderada” nos próximos trimestres.
Importações de veículos Folha de S.Paulo noticia que empresas associadas à Anfavea (entidade que representa as montadoras de veículos) estão incomodadas com o crescimento das novas marcas chinesas e exigem um plano de contenção. Uma das ideias em alta é a proposta que dificultará a importação de veículos, peças e maquinário. O plano que deve ser apresentado ao governo se baseia na eficiência ambiental nas linhas de produção. O objetivo é limitar a entrada de manufaturados vindos de países que têm legislações ambientais mais permissivas que as normas brasileiras. Valor Econômico trata sobre o tema.
STF Folha de S.Paulo relata que o presidente Lula defendeu ontem que os votos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) sejam sigilosos. Lula também afirmou que a insatisfação da população com determinadas decisões podem afetar a segurança dos magistrados da Corte. A sugestão foi alvo de críticas. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), citou o risco de ser ofuscado o princípio da transparência. O Estado de S. Paulo, O Globo e Valor Econômico noticiam.
Cotação do petróleo Folha de S.Paulo informa que o preço do petróleo Brent subiu cerca de 1% ontem e atingiu seu maior nível desde novembro do ano passado, negociado acima de US$ 90 pela primeira vez em 2023. A alta do barril, que fechou a US$ 90,02, reflete a decisão da Arábia Saudita e da Rússia de manter até o fim do ano o corte na produção.
Títulos verdes O Estado de S. Paulo relata que o governo lançou ontem o conjunto de regras para a venda no mercado internacional da primeira emissão de títulos verdes do Tesouro Nacional, com o selo de boas práticas nas áreas ambiental, social e de governança (ESG). De acordo com a reportagem, documento é uma espécie de “carta de visita” para investidores estrangeiros comprarem o título do Brasil com base numa lista das despesas em programas ambientais e sociais do Orçamento, que vão lastrear os papéis. O lançamento faz parte do Plano de Transformação Ecológica. Valor Econômico avança em frente semelhante.
Hidrogênio verde Valor Econômico mostra que a Vale tem se movimentado para impulsionar a produção de hidrogênio verde no Brasil. A mineradora firmou acordo na semana passada com a sueca H2 Green Steel. A parceria prevê estudar a construção, no país, de uma planta de HBI, produto intermediário da siderurgia usado na fabricação de aço, com zero emissão de carbono. A unidade seria movida a hidrogênio verde. O memorando de entendimentos prevê um cronograma de trabalhos, mas local e investimentos das fábricas ainda não foram definidos. Estimativas preliminares indicam que as unidades poderiam demandar, no mínimo, US$ 1,7 bilhão (R$ 8,5 bilhões).
Internet móvel Valor Econômico revela que fabricantes de equipamentos de rede da telefonia móvel trabalham no desenvolvimento da versão “avançada” do 5G com velocidade até dez vezes superior à praticada atualmente, com taxa de transmissão correspondente a 10 gigabits por segundo (Gbps). O desempenho foi projetado pelo CEO da Huawei no Brasil, Sun Baocheng, para ser alcançado nesta modalidade de serviços móveis nos próximos anos, em estágio ainda anterior ao do próximo padrão tecnológico já estudado pela indústria, o 6G. De acordo com Valor, próximo estágio de evolução da 5G, que estreou no Brasil em julho do ano passado, está sendo chamado de 5.5G, ou “cinco e meio G”.
|
|
Americanas Folha de S.Paulo evidencia que a CPI que investiga a fraude contábil na Americanas se aproxima do seu encerramento, no dia 14, sem ouvir os acionistas de referência da companhia — o trio de bilionários Jorge Paulo Lemann, Marcei Telles e Carlos Alberto Sicupira — e representantes dos bancos.
O relatório, de autoria do deputado Carlos Chiodini (MDB-SC), foi lido na sessão desta terça-feira (5) e deve ser votado na próxima semana após um pedido de vistas coletivo. O texto não identifica os responsáveis pelo que ocorreu na varejista, se limitando a propor melhorias legais para evitar casos semelhantes no futuro.
Segundo o jornal, ele não leva em conta o depoimento por escrito do ex-CEO da Americanas Miguel Gutierrez, que protocolou um documento por escrito na segunda-feira (4). O relatório já estava fechado quando as declarações do ex-executivo da empresa chegaram. Valor Econômioo também aborda o tema.
Em frente coordenada, Folha veicula que o ex-CEO da Americanas Miguel Gutierrez afirma que os controladores da empresa —Jorge Paulo Lemann, Marcei Telles e Carlos Alberto Sicupira— participavam ativamente do cotidiano da companhia de varejo e que a atuação era ainda mais forte na área financeira, onde foi executada uma fraude de R$ 20 bilhões revelada neste ano.
A reportagem sublinha que as declarações foram dadas por meio de depoimento por escrito à CPI sobre a Americanas. É a primeira vez que um ex-executivo da empresa aponta publicamente para uma possível participação dos acionistas no escândalo.
Gutierrez afirma que a participação dos acionistas se dava por meio da presença dos controladores ou de pessoas ligadas a eles no conselho de administração ou no comitê financeiro; pela forte presença de membros desses órgãos no dia a dia da companhia, especialmente na área financeira; e por meio da holding dos bilionários, a LTS Investments.
Valor Econômico comunica que a 2ª Câmara Reservada de Direito Empresarial do Tribunal de Justiça de São Paulo deu uma vitória ao Bradesco em processo que tenta dificultar uma eventual venda do patrimônio dos acionistas de referência da Americanas. O banco é credor de R$ 4,7 bilhões contra a varejista.
O Bradesco havia solicitado o protesto contra alienação de bens de Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Hermmann Telles, mas a Justiça havia pedido que o banco emendasse a petição inicial, alegando que era preciso quantificar de forma justificada o crédito; bem como individualizar a possível futura responsabilidade de cada um dos requeridos, à luz dos respectivos comportamentos ilícitos.
A publicão reforça que a 2ª Câmara do TJSP aceitou o agravo de instrumento do Bradesco contra o pedido de emenda da solicitação inicial, mas não houve ainda um julgamento do mérito do protesto em si. Ou seja, o juiz de primeiro grau ainda vai aceitar ou negar o pedido de protesto.
Ainda no Valor, abordagem reporta que a Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (SG/Cade) aprovou o encerramento da parceria comercial entre a Vibra e a Americanas destinada à exploração de lojas de pequeno varejo em postos de gasolina e fora deles por meio da Vem Conveniência sob as marcas BR Mania e Local. A Vibra pagará à Americanas o valor de R$ 192 milhões.
A Vibra informou ao Cade que decidiu desfazer a parceria, por determinação de seu conselho de administração, tendo em vista os recentes acontecimentos envolvendo a Americanas, em recuperação judicial.
O veículo detalha que a Vem Conveniência é uma sociedade por ações de capital fechado, que tem o controle compartilhado entre a Vibra (50%) e a Americanas (50%). O fim da sociedade abrange ativos, passivos e projetos que integram o patrimônio da Vem Conveniência.
Via Folha de S.Paulo expõe que as ações da Via (antiga Via Varejo) fecharam em forte queda no pregão desta terça-feira (5), e acumulam recuo de 30% em 12 sessões, enquanto o mercado monitora de perto a saúde financeira da empresa, segundo analistas. O papel fechou o dia em queda de 7,14%, valendo R$ 1,17. No ano, a ação se desvaloriza 51,25%. Procurada, a Via afirmou que não pode se pronunciar, por estar em período de silêncio.
A empresa anunciou na manhã desta terça uma oferta pública de ações, conhecida no mercado como follow-on, para levantar cerca de R$ 1 bilhão. A finalidade, segundo a companhia, é melhorar a estrutura de capital da empresa, incluindo o investimento em operação de crediário dos clientes.
A Coluna do Broadcast, no Estado de S. Paulo, acrescenta que a maioria do setor do varejo fechou em queda ontem na B3. O analista Lucas Rietjens, da Guide Investimentos, diz que a produção industrial de julho mostrou “dados econômicos fracos, de modo que fica difícil para o setor ter um bom desempenho”. O Santander Brasil vê alguns sinais preocupantes com tendência negativa. Além da Via (-7,14%), também caíram Magalu, Renner e Petz.
123milhas Valor Econômico avança que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara sobre as pirâmides financeiras com criptoativos ouvirá nesta quarta-feira, a partir das 10h, os depoimentos de sócios, diretores e ex-executivos da 123milhas, que não honrou pacotes de viagem comprados pelos clientes e entrou em recuperação judicial em 31 de agosto.
Quatro pessoas já confirmaram participação na oitiva: Tânia Madureira, sócia da empresa HotMilhas, do mesmo grupo da 123milhas; Marcos Brandão, ex-vice-presidente de governança e gestão da 123milhas; Roger Duarte Costa, gerente de prevenção a fraudes da empresa; e Matheus Divino, gerente de planejamento, orçamento e controle da 123milhas.
Além disso, os dois sócios e administradores da companhia, Ramiro e Augusto Madureira, avisaram por meio de seus advogados que devem comparecer.
No Estado de S. Paulo, a Coluna do Broadcast dá conta que os donos da 123milhas, os irmãos Augusto Júlio e Ramiro Júlio Soares Madureira, contrataram o escritório Eugênio Pacelli Advocacia e Consultoria, para defendê-los na área criminal em eventuais processos decorrentes da crise na empresa. Pacelli já atuou como procurador regional da República em Belo Horizonte e no Distrito Federal.
CVC e Decolar Valor Econômico observa que a forte crise financeira e de reputação de empresas que oferecem os chamados pacotes flexíveis de viagem tem levado de volta clientes para plataformas mais tradicionais de venda. Com a migração, a Decolar chegou a registrar uma alta de 64% na procura por viagens no Brasil nas últimas três semanas (entre 13 de agosto e 3 de setembro), ante as três anteriores. Na CVC, a demanda está 20% acima do previsto para o período.
Alex Todres, diretor-geral das marcas ao consumidor (Decolar e ViajaNet) do Grupo Decolar para o Brasil, apontou um incremento médio de 20% na procura por viagens (nacionais e internacionais) em agosto em relação a julho. Quando analisadas as últimas três semanas, a Decolar viu a procura disparar 64% na comparação com as três semanas anteriores.
Fabio Godinho, presidente da CVC Corp, holding que controla a maior agência de viagens do país, disse que o fluxo de clientes nos canais de venda da empresa nas últimas semanas está 20% acima do previsto, superando em mesmo percentual a movimentação de igual período do ano passado. |
|
Sugestão do presidente Lula de tornar os votos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) sigilosos – argumentando que isso visa proteger os magistrados –, é tema proeminente no noticiário. Essa proposta enfrentou críticas nos âmbitos político e jurídico, com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, manifestando preocupações relacionadas à transparência do processo. Já sobre os bastidores da reforma ministerial, O Globo relata as dificuldades enfrentadas por Lula para acomodar PP e Republicanos no governo. O PP aumentou suas exigências, adiando as mudanças planejadas. O Estado de S. Paulo informa que o chefe do Executivo causou uma crise no PSB ao decidir acomodar um partido do centrão no Ministério de Portos e Aeroportos, o que desagradou o atual ministro, Márcio França. Em outro destaque do dia, a Câmara aprovou projeto de lei do Desenrola, programa de renegociação de dívidas, e que também estabelece limite ao crédito rotativo no cartão. |
|
| O Ibovespa encerrou a sessão nesta terça-feira (5) em queda de 0,38%, aos 117.331,30 pontos. Já o dólar comercial fechou em alta de 0,82%, cotado a R$ 4,975. A moeda norte-americana subiu frente ao real em linha com o avanço da divisa após dados decepcionantes de China e Europa. Esses dados reacenderam o medo de uma desaceleração econômica global. |
|
|