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PIB
Valor Econômico reverbera projeção da Confederação Nacional da Indústria (CNI) de que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro vai crescer 3,1% neste ano e 1,6% no ano que vem. Para a CNI, a alta em 2023 será puxada pelo crescimento do setor de serviços de 2022, que ainda influenciará o ano seguinte.
Poupança
Valor Econômico informa que os saques em caderneta de poupança superaram os depósitos em R$ 7,419 bilhões em novembro. É a sexta saída líquida mensal seguida. Em outubro, houve captação negativa em R$ 11,007 bilhões. Em setembro, por sua vez, a modalidade teve retirada líquida de R$ 5,903 bilhões.
No penúltimo mês de 2022, os brasileiros depositaram R$ 304,580 bilhões e sacaram R$ 311,998 bilhões na caderneta. Desde o início deste ano, o investimento acumulou captação negativa em R$ 109,496 bilhões. Em 2021 como um todo, a modalidade registrou saída líquida de R$ 35,469 bilhões.
Combustíveis 1
O Globo, O Estado de S. Paulo e demais jornais informam que a Petrobras anunciou na terça-feira nova redução nos preços do diesel e da gasolina — os primeiros cortes desde setembro.
Segundo analistas, as quedas acontecem em um momento em que os preços dos derivados no país estão mais altos do que no exterior, devido às recentes reduções nas cotações do petróleo. No ano, a gasolina nas refinarias da Petrobras acumula queda de 0,32%, enquanto o diesel tem alta de 34,43%.
Combustíveis 2
O Estado de S. Paulo relata que o ex-ministro da Fazenda e do Planejamento e membro do governo de transição na área econômica, Nelson Barbosa defendeu ontem a retomada da tributação dos combustíveis. Para ele, o produto “não deve ser subsidiado indefinidamente”.
“Uma questão para o próximo governo é quando e com qual velocidade voltar para a tributação de PIS e Cofins dos combustível”, disse o ex-ministro. “No Orçamento do ano que vem, o governo atual previu essa continuação, mas eu acho que isso ainda não está transformado em uma lei”, afirmou. O atual governo zerou as alíquotas dos tributos até o fim do ano, decisão vista como eleitoreira por adversários do presidente Jair Bolsonaro.
No entanto, o momento para o retorno da tributação, disse Barbosa, tem de ser avaliado levando em conta o cenário de inflação e de crescimento de juros. “Se você retoma muito rápido, o que você ganha de receita você perde no juro, porque a inflação sobe muito rápido”, declarou. “É uma típica questão de administração de tempos e movimentos.”
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