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Bolsa
Manchete no Valor Econômico traz que investidores estratégicos têm aproveitado para adquirir participações em empresas brasileiras, num sinal de que a bolsa está barata, segundo analistas. Nos últimos cinco meses, dez anúncios de operações avaliados pelo jornal fizeram com que as ações das empresas-alvo aumentassem, em média, 21%. O valor de mercado da amostra cresceu cerca de R$ 25 bilhões até quarta-feira.
Teto de gastos
O Estado de S. Paulo repercute avaliação da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado de que a prorrogação das desonerações sobre os combustíveis e a manutenção dos R$ 600 para o Auxílio Brasil aumentam a probabilidade de descumprimento das regras fiscais em 2023.
Conforme novo relatório de acompanhamento fiscal da IFI, após um superávit primário estimado em R$ 50,9 bilhões neste ano, o governo central poderá registrar um rombo de até R$ 103 bilhões em 2023.
Contas públicas
Folha de S.Paulo reporta que o ministro da Economia, Paulo Guedes, otimista com a reeleição de Jair Bolsonaro, pretende reformular o teto de gastos e “quebrar o piso”, ou seja, frear o crescimento de despesas que hoje pressionam o Orçamento.
Uma PEC seria apresentada no dia seguinte à eleição e pode atingir os benefícios previdenciários ou atrelados ao salário mínimo. O plano de Guedes afastaria a necessidade de uma licença para gastos extra teto.
Cautela
Folha de S.Paulo situa que persistência da inflação de serviços, acumulada nos 12 meses até setembro em 8,5%, acima do avanço de 7,17% do IPCA, justifica cautela do Banco Central (BC) sobre os juros.
Desde que interrompeu o ciclo de aperto monetário com a manutenção da taxa básica (Selic) a 13,75% ao ano, o BC tem enfatizado a mensagem de que se manterá vigilante.
Segundo economistas, há cenário de desconforto para a autoridade monetária com a resistência dos preços nessa categoria.
Combustíveis
Folha de S.Paulo repercute avaliação de Sérgio Araújo, presidente da Abieom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis), de que com a recente alta do petróleo no mercado internacional, os preços da gasolina e do óleo diesel ficaram defasados no Brasil, e a Petrobras deveria anunciar aumentos.
“Na nossa visão, a Petrobras deveria anunciar reajustes na gasolina e no diesel para que seja coerente com a política de precificação implantada”, afirma.
A Petrobras, contudo, tem evitado reajustes nas refinarias às vésperas do segundo turno. Como mostrou a Folha, fontes da empresa relatam pressão do governo para evitar notícias negativas até o fim da disputa. O temor é de prejuízos à campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL).
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