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PIB e inflação
O Estado de S. Paulo e Valor Econômico informam que o Ministério da Economia voltou a aumentar seu otimismo para a alta do PIB em 2022 e reduziu a estimativa para a inflação no ano. Agora, a estimativa para a expansão da atividade em 2022 passou de 2% para 2,70%. A projeção anterior havia sido elevada no relatório de julho.
De acordo com a nova grade de parâmetros macroeconômicos da pasta, a estimativa para a inflação neste ano recuou de 7,20% para 6,30%. Para 2023, entretanto, a projeção seguiu em 4,50%, bem abaixo da projeção do mercado.
Inflação
Coluna do Broadcast (O Estado de S. Paulo) conta que, diante da inflação alta no País, sete em cada dez empresas consideram não estar prontas para lidar totalmente com o cenário. Em pesquisa realizada pela Intrum, de gestão de crédito, 68% das companhias declararam não ter conhecimento para gerenciar com sucesso o impacto desse fator nos negócios, e 61% disseram enfrentar dificuldade para pagar fornecedores.
Metade das empresas disse ainda que a inflação restringe a criação de novas oportunidades de crescimento. Além disso, alta dos juros deixou mais da metade (54%) das companhias mais reticentes com empréstimos e gastos. Mas ainda há otimismo. Segundo a Intrum, 44% das empresas farão aportes de capital para atingir os planos de crescimento este ano. A Intrum ouviu 700 empresas brasileiras de janeiro a abril.
ICMS
A manchete do Valor Econômico destaca que a arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do total dos 26 Estados e Distrito Federal somou R$ 57,57 bilhões em agosto, com queda real de 8,4% em relação a igual mês do ano passado. Do total de 27 entes, 22 viram suas receitas cair em termos reais nessa comparação. Contra julho, a queda real foi de 0,8% no agregado, com 19 entes em queda. |