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Varejo
Folha de S.Paulo (04/09) registrou que, com o avanço do Auxílio Brasil a R$ 600 e a redução dos preços dos combustíveis, varejistas devem recompor margens de lucro, repassando todo o custo da inflação.
Para o economista Carlos Vieira, analista-chefe da TC Economatica, “reduções na margem bruta indicam que o varejo procurou segurar em parte o aumento da inflação e não repassá-lo na sua totalidade ao consumidor, a fim de não perder vendas”.
Dividendos
Folha de S.Paulo aborda possível tributação dos dividendos pagos pelas empresas, citando que na última semana, o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, voltaram a propor a taxação como forma de custear o Auxílio Brasil no próximo ano.
A reportagem situa que, para especialistas, é preciso aguardar para entender quais seriam os moldes da eventual tributação, com possíveis contrapesos para compensar a medida, como uma redução no imposto pago pelas empresas.
Consignado
O Globo (03/09) informou que o empréstimo consignado para os beneficiários do Auxílio Brasil pode ter um teto de juros. O Ministério da Cidadania fez uma consulta ao Banco Central para saber quais critérios teriam de ser adotados.
A ausência de um limite para a taxa é alvo de críticas de especialistas, que apontam o risco de superendividamento. Grandes bancos estão se recusando a atuar no segmento, alegando que a parcela da população que recebe o benefício é vulnerável e que há risco de inadimplência. Entre eles, só a Caixa deve ofertar o crédito. Itaú, Bradesco e Santander já indicaram que não vão entrar no programa.
Crédito
Correio Braziliense (04/09) reportou que a busca por financiamento no país subiu 6% em julho na comparação com junho deste ano e cresceu 8% em relação ao sétimo mês de 2021, segundo o índice Neurotech de Demanda por Crédito (INDC).
Em julho, na comparação com o mês anterior, houve declínio na busca por crédito apenas no varejo, de 16%. Por outro lado, a procura por financiamento em bancos e serviços subiram, pela ordem, 11% e 14%.
Carga tributária
O Estado de S. Paulo (04/09) situou que, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), em média, o brasileiro trabalha 149 dias para pagar impostos. Segundo o IBPT, 40,8% dos rendimentos serão destinados a obrigações com o Fisco em 2022.
Além disso, o ano também deverá registrar um recorde de carga tributária no país. Conforme especialistas, em 2021, ela representou 33,9% do PIB e, agora, deve estar ultrapassando 34%.
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