|
Varejo
Reportagem no Estadão conta que a piora na inadimplência foi assunto na divulgação de resultados de todas as varejistas de moda do país. Para garantir melhores índices daqui em diante, as empresas estão fazendo ajustes na concessão de crédito e intensificando as cobranças. No entanto, conservadorismo no crédito pode significar vendas menores.
Shoppings
Painel S.A. (Folha) reporta que a presença de consumidores em shoppings centers e em lojas de rua e galerias aumentou 9% e 8%, respectivamente, em julho na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo o monitoramento mensal da HiPartners em parceria com a SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo).
Na comparação com junho, lojas de rua e galerias tiveram queda de 1%, enquanto os estabelecimentos nos shoppings avançaram cerca de 8%.
O segmento com maior crescimento anual foi o de beleza, com 70% de alta. Na outra ponta, o de eletrodomésticos teve queda de 28%. No acompanhamento por regiões, o Nordeste teve o maior avanço de fluxo de consumidores em shoppings, tanto no comparativo mensal quanto no anual.
Americanas
Valor destaca que, em sessão negativa para ativos de risco nesta segunda-feira, Americanas ON disparou após a companhia anunciar que Sérgio Rial será o novo diretor-presidente da empresa a partir de janeiro de 2023. As ações ordinárias da varejista fecharam o pregão desta segunda-feira em alta de 22,49%, a R$ 15,96, enquanto o Ibovespa perdeu 0,89%, aos 110.501 pontos.
Segundo o Estadão, a companhia ganhou R$ 2,6 bilhões na Bolsa com a escolha do novo CEO.
Amazon
Valor destaca que a Amazon investiu nos últimos dois anos no Brasil para ampliar sua participação no mercado nacional. Desde 2020, a companhia ampliou de um para 12 o número de centros de distribuição no país, com tamanhos entre 30 mil e 50 mil metros quadrados. A logística, apontam especialistas, ganha mais importância na atuação do varejo, diante de um consumidor que quer receber suas compras em prazos cada vez menores.
Mesmo com a expansão, o número de unidades da Amazon é menor que o de concorrentes. Ao contrário do mercado mundial, onde é vice-líder, a Amazon ainda tem desempenho no Brasil aquém dos rivais, segundo estimativas de mercado. Ranking da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) dos maiores “marketplaces” aponta a Amazon como sexta colocada, com R$ 3,832 bilhões de mercadorias vendidas em 2021.
|