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Contribuinte
O Estado de S. Paulo noticia que o deputado Pedro Paulo (PSD-RJ), relator do projeto que cria um código de defesa do contribuinte, retirou dispositivos que dificultavam a fiscalização dos sonegadores e das empresas de fachada, conhecidas como “laranjas”.
O objetivo, segundo a reportagem, é enfrentar as resistências. Estadão cita que, entre esses instrumentos, o projeto proibia os auditores de suspender ou cancelar inscrição do CNPJ do contribuinte antes de decisão administrativa definitiva.
A reportagem adiciona que, em contrapartida, o parecer proíbe que auditores recebam bônus de produtividade com base em metas que levam em consideração multas aplicadas. O parlamentar ressalta que a intenção não é proibir “meritocracia e bonificação”.
Mercado financeiro
O Estado de S. Paulo, O Globo e Valor Econômico informam que a divulgação da ata da reunião de política monetária do Fed fez a Bolsa e o câmbio mudarem de direção na tarde desta quarta-feira, 6. Depois de operar o dia todo em queda, o Ibovespa passou a subir durante a tarde e fechou o dia em alta de 0,43%, aos 98,79 mil pontos. Já o dólar fechou a R$ 5,42 (alta de 0,60%), depois de ter atingido R$ 5,46 durante o dia. Foi a quinta alta consecutiva do dólar, que já acumula alta de 3,75% em julho.
Insegurança alimentar
O Globo e Valor Econômico informam que a fome aumentou no Brasil e no mundo em meio às crises sanitária e econômica, aponta o novo relatório “O Estado da Segurança Alimentar e Nutrição no Mundo 2022”, divulgado ontem pela ONU. O número de pessoas atingidas pela fome subiu para 828 milhões em 2021, um aumento de cerca 150 milhões desde o início da pandemia.No Brasil, 61,3 milhões convivem com algum tipo de insegurança alimentar. Desse total, 15,4 milhões estiveram sob insegurança alimentar grave entre 2019 e 2021, um aumento de 3,9 milhões ante o período de 2014 a 2016.
ICMS
Folha de S.Paulo e Correio Braziliense reportam que postos de gasolina em todo o país passaram a registrar queda nos preços dos combustíveis desde o início desta semana, após vigência da lei que fixa a alíquota máxima sobre o ICMS sobre bens essenciais, o que inclui os combustíveis, entre 17% e 18%.
Em média, o Ministério de Minas e Energia estima queda de R$ 1,55 no litro da gasolina, e R$ 0,31 no do etanol em relação aos preços praticados na semana de 19 a 26 de junho.
Petróleo
Manchete de O Estado de S. Paulo assinala que o receio de uma recessão mundial tem derrubado o preço do petróleo no mercado internacional. Ontem, os contratos para o óleo tipo Brent com entrega em setembro fecharam com queda de 2,02%. No mês, a retração chega a 7,7%.
O diário paulista situa que a queda praticamente anulou a defasagem entre os preços dos combustíveis praticados nas refinarias no Brasil e os negociados no exterior. Segundo o jornal, o movimento é um alento para a nova administração da Petrobras, sob ataques. |