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PEC
Em O Estado de S. Paulo, o relator da chamada “PEC Kamikaze” na Câmara, deputado Danilo Forte (União Brasil-CE), recuou ontem e deve manter o texto aprovado na semana passada no Senado.
A reportagem cita pressão do Palácio do Planalto para impedir qualquer mudança na proposta que cria uma série de benefícios a menos de três meses das eleições.
O governo contou com o apoio do presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), que defendeu a manutenção do estado de emergência previsto na medida.
CPI do MEC
Na Folha de S.Paulo, manchete destaca que líderes do Senado indicam que a CPI do MEC será realizada após as eleições. Segundo parlamentares, a decisão evita “contaminação eleitoral”. A oposição recorrerá ao Supremo Tribunal Federal caso a comissão não seja instaurada pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
Orçamento
O Globo situa que, em duas semanas, o Congresso Nacional indicou R$ 6,1 bilhões em emendas do orçamento secreto. A medida seria para barrar a CPI do MEC e aprovar a PEC Eleitoral.
Fiesp
Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo e Valor Econômico relatam que durante almoço com o pré-candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ontem, na sede da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), empresários reclamaram da política econômica do atual governo e deram sugestões.
Segundo participantes, o presidente da Fiesp, Josué Gomes, defendeu a redução dos custos de financiamento e a importância do papel dos bancos públicos para a reindustrialização do país.
O dirigente lembrou que tradicionalmente o Banco do Brasil financiava o setor agrícola, enquanto o BNDES se dedicava à indústria, e essa fórmula deveria ser retomada.
O Globo acrescenta que, durante encontro na Fiesp com Lula, ficaram de fora temas controversos como a eventual revogação de pontos das reformas trabalhista e previdenciária.
Pedro Guimarães
Folha de S.Paulo e O Globo contam que a Caixa pagou obras de aproximadamente R$ 50 mil. na mansão em que o ex-presidente do banco Pedro Guimarães mora em Brasília. As intervenções foram feitas em julho de 2020 por quatro funcionários de uma empresa que mantém contratos com o banco público para realização de serviços de manutenção em seus prédios e agências.
A Caixa afirma que as obras estão relacionadas à segurança do então presidente e são previstas em normas internas. A EMIBM tem contratos para serviços de engenharia com a Caixa há cerca de 25 anos, obtidos por meio de licitações. O último contrato, de junho de 2020, tem valor estimado de R$ 16,3 milhões. Desse total, R$ 4,9 milhões já foram executados. |