Destaques da edição:
O resultado fiscal garante a atividade
A economia brasileira continua em ascensão com grande apoio do setor terciário, como discutimos no último artigo publicado neste espaço. O volume dos serviços transacionados foi fortemente influenciado pelo crescimento de 51,3% nos negócios de atividades
turísticas no primeiro quadrimestre. Enquanto isso, no comércio, a atividade de destaque foi a venda de vestuários e calçados, com avanço de 26,7% no período. Ambos os setores vêm se beneficiando da maior
flexibilização e locomoção da população, assim como das medidas sociais implantadas pelo governo federal, como o saque extraordinário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
Serviços desaceleram, mas ainda lideram avanço da economia
Segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada em 14/06 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o volume de receitas do setor de serviços cresceu 0,2% em abri l de 2022 ante o mês anterior, já descontados os efeitos sazonais. O resultado veio abaixo da expectativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens,
Serviços e Turismo (CNC), que projetava variação de +0,5%. Já na comparação com o mesmo mês do ano passado, o setor registrou expansão pelo décimo quarto mês consecutivo (+9,4% sobre abri l de
2021).
Evolução inflacionária
O alto nível inflacionário é um dos principais problemas econômicos atuais, tanto no Brasil quanto no mundo, devido à demanda represada durante a pandemia e pelos problemas na oferta pelo período conturbado dos últimos anos e pela guerra no Leste Europeu.
Área responsável: Divisão de Economia e Inovação
Editor responsável: Guilherme Macedo Reis Mercês
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