Sumário Econômico – 1715

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Destaques da edição:

A dívida não é mais um problema – O Ministério da Economia divulgou no dia 25/06 um estudo que aponta a regra fiscal como um dos principais fatores de melhora estrutural nas contas públicas, principalmente o teto de gastos instituído no governo Temer e mantido pelo governo Bolsonaro. O resultado fiscal, ou o saldo do caixa dos governos, foi positivo em 2021, e, em termos do Produto Interno Bruto (PIB), alcançou o equivalente a 2,37%. Foi a primeira vez desde 2013 que o resultado foi superavitário, e o maior desde 2008.

VIII Seminário Anual de Política Monetária – No dia 25/05, foi realizado de forma virtual o VIII Seminário Anual de Política Monetária do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre) em parceria com o Valor Econômico. O repórter especial do jornal, Alex Ribeiro, ficou responsável pela moderação do evento, enquanto os palestrantes convidados foram: José Júlio Senna, chefe do Centro de Estudos Monetários do FGV Ibre, Afonso Pastore, sócio da AC Pastore & Associados, e Eduardo Loyo, diretor do BTG Pactual.

Crescimento das vendas acima do esperado injeta otimismo no comércio – Os nove componentes do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) evoluíram positivamente nas passagens mensal e interanual, levando a confiança dos comerciantes (120,2 pontos) ao maior nível desde dezembro de 2021. As variações positivas entre janeiro e março no volume de vendas, com mais pessoas circulando nas lojas, e o crescimento da Intenção de Consumo das Famílias (ICF), a despeito da inflação e dos juros altos, melhoraram a percepção dos empresários sobre as condições correntes (economia, setor do comércio e desempenho da empresa). Os três itens destacaram-se com as maiores altas nas duas bases de comparação.

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