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Empregos
O Estado de S. Paulo e O Globo expõem a criação de 196.966 empregos com carteira assinada em abril, de acordo com o Ministério do Trabalho e da Previdência Social, na atualização do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados.
Abril registrou a criação de 1,85 milhão de empregos formais e 1,66 milhão de demissões. O resultado é melhor do que o do mesmo mês em 2021 (89,5 mil vagas formais).
No entanto, de janeiro a abril, o número de vagas criadas (770,6 mil) foi inferior ao do mesmo período do ano passado (894,7 mil).
PMEs
Valor Econômico relata que, passado um ano do lançamento do novo sistema de registro de recebíveis de cartão, o objetivo de ampliar a oferta de crédito barato a pequenas empresas ainda não foi plenamente atingido. A visão geral do mercado, no entanto, é a de que a parte operacional do sistema entrou nos trilhos, embora o sentimento sobre os efeitos práticos já sentidos varie entre os participantes.
Ainda há, no entanto, arestas a serem aparadas. Uma discussão que movimenta o setor e está sob análise do BC é a das tarifas cobradas pelas registradoras. Além disso, algumas empresas ainda citam preocupação com fuga de garantias.
Focus
Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo contam que, após mais de um mês sem divulgação da pesquisa Focus, a projeção mediana dos economistas para o crescimento do PIB de 2022 saltou de 0,70% para 1,20%. Já o prognóstico de expansão de 2023 recuou de 1% para 0,76%. O boletim parcial divulgado ontem mostrou também que as estimativas para o IPCA passaram de 7,89% para 8,89% em 2022 e subiram de 4,10% para 4,39% em 2023.
Pandemia
Manchete de O Estado de S. Paulo destaca que a média móvel de casos de covid-19 aumentou em 24 Estados e no Distrito Federal nas últimas duas semanas. No País, o crescimento foi de 100,3% no período, conforme dados do consórcio de veículos de imprensa. Subiu de 14.644, no dia 22 de maio, para 29.342 no domingo, após oito dias de alta. Com isso, voltou aos níveis do fim de março. O número ainda está distante do pico da Ômicron, em janeiro, mas o cenário de agravamento tende a estar subnotificado por causa de autotestes e falhas na divulgação de dados pelos Estados. Especialistas atribuem nova onda à transmissão pela Ômicron, à flexibilização na proteção, à desigualdade regional da vacinação e ao frio.
Combustíveis 1
Manchetes na Folha de S.Paulo, O Globo e Valor Econômico mostram que Jair Bolsonaro anunciou um amplo pacote de até R$ 50 bilhões em medidas para tentar reduzir o preço dos combustíveis.
Após zerar as alíquotas de PIS e Cofins sobre o diesel e o gás de cozinha até dezembro, a medida será estendida sobre a gasolina e o etanol.
O Executivo federal se dispõe a ressarcir com recursos da União estados que aceitarem zerar as alíquotas do ICMS sobre diesel e gás de cozinha até o fim do ano.
Combustíveis 2
Valor Econômico acrescenta que anúncio do governo de compensar estados pela desoneração de ICMS sobre o diesel e o gás de cozinha até 31 de dezembro dividiu a opinião de especialistas.
Para alguns, a medida tem objetivo eleitoral e os resultados pretendidos não são garantidos. Há ainda quem considere que se o governo quer reduzir os preços dos combustíveis a curto prazo esse é o único caminho possível.
Edmar Almeida, do Instituto de Energia da PUC-Rio e executivo da indústria de petróleo, disse que “imposto é onde dá para cortar”. “Imposto é a margem que os governos têm”.
Combustíveis 3
O Estado de S. Paulo relata que o preço da gasolina nas refinarias da Petrobras já registra uma defasagem de 20% em relação aos valores praticados no mercado internacional.
O combustível não é reajustado há 87 dias e esse é o maior patamar desde meados de maio. O diesel, que foi reajustado no dia 10 de maio pela estatal, é comercializado no Brasil com uma defasagem média de 14%.
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