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PIB
O Estado de S. Paulo revela reunião do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em que afirmou que os analistas do mercado financeiro tendem a rever previsões de crescimento do PIB no ano para um patamar próximo a 2%.
A reportagem lembra que a projeção do Ministério da Economia utilizada no Orçamento é de alta de 1,5% do PIB neste ano. Já a projeção da autoridade monetária permanece em 1%, mas deve subir no próximo relatório de inflação.
Crescimento
O Estado de S. Paulo veicula que o desempenho sólido em indicadores de atividade econômica sugere um crescimento expressivo do PIB no primeiro trimestre. Entre 45 instituições consultadas, 33 esperam alta maior ou igual a 1%.
A reportagem cita que, segundo o IBGE, o volume de serviços cresceu 1,8%, e as vendas do varejo ampliado subiram 2,3%, na margem. A produção industrial teve alta de 0,3%, após quatro quedas seguidas.
Combustíveis
O Estado de S. Paulo comunica que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse ontem que vai “apertar o governo” pela concessão de subsídio como forma de reduzir os impactos dos preços dos combustíveis.
O veículo adiciona que Lira citou “medidas duras” contra a Petrobras e chegou a defender projeto do PT que muda a política de preços da estatal.
“É importante, todo mundo está fazendo, todas as petrolíferas públicas ou privadas estão fazendo. Os governos dos países mais avançados dão subsídios para a alta dos combustíveis”, alegou o parlamentar.
ICMS
Principais jornais registram que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse ontem que o projeto que cria o teto no ICMS para energia, combustível, telecomunicações e transporte deve ser votado em junho, indo direto ao plenário.
De acordo com Pacheco, serão ouvidas soluções em relação a eventuais “impactos em política de educação, saúde e assistência social” da aprovação do texto.
O Globo pontua que a declaração foi feita após reunião entre o senador, o relator do projeto, Fernando Bezerra (MDB-PE), e secretários de Fazenda estaduais.
Diesel
Valor Econômico afirma que o risco de desabastecimento de diesel, no segundo semestre do ano, não se limita ao Brasil, mas é global, na visão de especialistas ouvidos pelo jornal. No país, a situação é mais grave pelo fato de o mercado brasileiro ser dependente de importações para atender a demanda e porque a Petrobras tem demorado a fazer reajustes para equiparar os preços domésticos aos internacionais. A defasagem nos preços dificulta as importações. Hoje as refinarias brasileiras atendem cerca de 60% do consumo nacional e o restante precisa ser suprido por compras externas.
Petróleo
O Estado de S. Paulo e Valor Econômico noticiam que contratos futuros de petróleo fecharam em alta ontem, após a China relaxar restrições contra a covid-19 em várias cidades. Conforme o Estadão, os contratos rondam os níveis mais altos desde o início de março.
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