Sumário Econômico – 1714

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Destaques da edição:

Maturidade fiscal – O planejamento fiscal do governo federal, mesmo que prejudicado pela pandemia desde 2020, tem evidenciado resultados positivos este ano. A recente melhora na Dívida Bruta do Governo Geral, junto à alta da taxa de básica de juros, gera um ambiente doméstico favorável a investidores externos. A entrada de investimentos externos, esperada pelo ministro Paulo Guedes, para o setor real é mais uma contribuição para o crescimento econômico e queda contínua do dólar. As expectativas pessimistas para uma recessão da economia este ano estavam erradas, o crescimento do PIB deverá ser de 1,5%. Por essa traje­tória positiva dos indicadores da economia, o otimis­mo permanece.

Expectativa para o PIB de 2022 tem melhora com o desempenho do comércio – O Monitor do Produto Interno Bruto (PIB) da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgado no dia 17 de maio, registrou crescimento de 1,5% na atividade econômica no primeiro trimestre em comparação com o quarto trimestre de 2021 e de 1,8% em março na comparação com fevereiro. Na compa­ração anual entre 2021 e 2022, a economia cresceu 2,4% no primeiro trimestre e 4,2% em março.

Evolução favorável do mercado de trabalho encoraja os consumidores – A Intenção de Consumo das Fa­mílias (ICF) alcançou 79,5 pon­tos em maio, o maior nível desde maio de 2020 (81,7 pontos), com a quinta alta mensal consecutiva e a mais intensa do ano (+4,4%). To­dos os subindicadores da pesqui­sa mostraram crescimento tan­to na comparação mensal quanto na anual.

Com programas de recomposição da renda, varejo dribla piora das condições de consumo no 1º trimestre – Em março, o volume de vendas do comércio varejista brasileiro cresceu 1,0%, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada em 10/05 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse foi o terceiro mês seguido de aumento nas vendas do varejo (em janeiro e fevereiro, houve altas de 2,3% e 1,3%, respectivamente), superando, assim, a expectativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que projetava alta de 0,3% sobre fevereiro. Apenas três dos dez segmentos pesquisados pelo Instituto acusaram variações negativas perante o mês anterior (artigos farmacêuticos, com -5,9%, varejo especializado em produtos alimentícios, com -0,2%, e comércio automotivo, com -0,1%). Destacaram-se em março as taxas positivas observadas nos segmentos de materiais de escritório, informática e comunicação (+13,9%) e livrarias e papelarias (+4,7%).

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