INSS
Folha de S.Paulo noticia que a correção do salário mínimo e das aposentadorias pagas pelo INSS altera também os valores das contribuições recolhidas pelos trabalhadores e empresas ao Regime Geral de Previdência Social.
Quem tem salário alto, igual ou maior do que o teto de R$ 7.087,22, terá, a partir deste mês, descontos entre R$ 828,38 e R$ 1.417,44. O valor máximo pago pelo INSS em aposentadorias e pensões é também referência para as contribuições recolhidas à Previdência.
Combustíveis
O Globo situa que Jair Bolsonaro sinalizou ontem apoio à PEC em tramitação na Câmara que permite a estados e municípios zerar ou reduzir parcialmente os impostos sobre óleo diesel, gasolina e gás de cozinha.
Bolsonaro disse ter acionado o Ministério da Justiça para abrir processos contra estados pelo preço dos combustíveis. Ele reclamou que o valor do PIS/Cofins está congelado desde janeiro de 2019, mas o ICMS aumentou.
Por outro lado, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), defendeu a ampliação de um projeto de lei aprovado pelos deputados, que trata da cobrança de ICMS, para reduzir o preço dos combustíveis, afirmando que essa opção seria a mais “pragmática”.
Já o Valor Econômico noticia que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse ontem que a PEC dos combustíveis do senador Carlos Fávaro (PSD-MT) deverá ficar para um “segundo momento”.
O foco está nos dois projetos que já tramitavam na Casa e tratam do mesmo assunto. Mesmo assim, Pacheco vai encontrar com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para voltar discutir uma “estratégia” única entre as duas Casas.
Em outra frente, a coluna Painel S.A. (Folha de S.Paulo) registra insatisfação das principais lideranças de caminhoneiros com “agrado” à categoria nas PECs protocoladas na Câmara e no Senado voltadas para redução de tributos sobre combustíveis.
Eles avaliam que esses são “paliativos e não chegam nem perto de resolver os problemas”. A coluna cita que Wallace Landim, presidente da Abrava (associação de condutores), afirma que o único ponto positivo é a iniciativa.
Na opinião de Landim, a solução seria o fim do PPI (preço de paridade de importação) adotado pela Petrobras em 2016. “Vendemos nosso petróleo em real e compramos em dólar”, reclama. |