Combustíveis 1
Manchete de O Globo destaca que, para especialistas, a iniciativa dos governadores pelo congelamento do valor de referência do ICMS por mais dois meses não será capaz de impedir novo aumento dos combustíveis.
A reportagem detalha que a escalada da cotação do petróleo no mercado internacional deve pressionar a Petrobras a efetuar novos reajustes. O barril do Brent ultrapassou a cotação de US$ 88.
Segundo a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis, já há defasagem de 9% na gasolina em relação ao mercado internacional, apontando necessidade de um reajuste de R$ 0,29, em média, por litro na refinaria.
Painel (Folha) anota que os 27 secretários de Fazenda votaram ontem a favor da prorrogação do congelamento do ICMS sobre combustíveis.
Combustíveis 2
Folha de S. Paulo informa que o governo Bolsonaro decidiu descartar proposta de criação de um fundo de estabilização para interferir diretamente no preço dos combustíveis.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, pretende agora tentar limitar o corte de tributos e desonerar apenas o diesel.
Emprego
Valor Econômico publica que a taxa de desemprego não deve variar muito neste ano em relação ao cenário do fim de 2021. Segundo análise da consultoria IDados, o nível de desemprego deve acompanhar a estagnação da economia em 2022, marcada pelo baixo crescimento do PIB e inflação persistente.
Segundo o levantamento, a taxa de desemprego deve encerrar 2021 em 11,4%, acelerar para 12,6% em março deste ano e começar a cair até alcançar o patamar de 11,2%, projetado para dezembro.
Reforma tributária
O Estado de S. Paulo publica entrevista com Gabriela Dorlhiac, diretora executiva da International Chamber of Commerce no Brasil. A executiva avalia que, se o Brasil não fizer a reforma tributária, “o processo de acesso à OCDE vai por água abaixo”.
Dorlhiac comenta que o comprometimento com a redução do IOF até 2029 “sinaliza para o setor privado, de novo, que pode melhorar o ambiente de negócios: para investidores, para empresas, para pessoas físicas”. |