PMEs
Valor Econômico traz pesquisa da consultoria EY que mostra que as PMEs esperam de seus provedores de serviços financeiros mais do que juros baixos e rapidez na concessão de crédito: 97% das empresas têm interesse em compartilhar mais dados de seus negócios com seu provedor financeiro para receber um aconselhamento melhor e mais customizado.
Além disso, 63% dizem que estão dispostas a pagar por isso – só 20% descartam gastar com essa consultoria. Entre os serviços pelos quais as PMEs estão dispostas a pagar estão: crédito mais rápido (38%), consultoria (32%), plataforma de software integrada (27%), desenvolvimento de um modelo de negócios sustentável (25%) e funções de administração dos negócios (22%).
Inflação
Em manchete, O Globo relata que analistas financeiros e engenheiros agrônomos projetam que a inflação dos alimentos deve continuar alta até o meio do ano que vem. A análise é baseada em eventos extremos do clima e previsões meteorológicas que impactam a produção de itens como açúcar, café, milho e leite.
Caminhoneiros
Valor Econômico informa que o Ministério da Economia, por meio de medida provisória, decidiu contribuir com o governo no esforço de reduzir o risco de novas paralisações dos caminhoneiros, que estão insatisfeitos com a alta do diesel.
Conforme a reportagem, a proposta prevê a criação de incentivos financeiros, especialmente para a categoria dos autônomos, para renovar a frota de caminhões.
Coronavírus
A manchete de O Estado de S. Paulo destaca que o Brasil atingiu ontem a marca de 100 milhões de pessoas totalmente vacinadas contra Covid-19, o que representa 47% da população. Especialistas exaltam o Programa Nacional de Imunizações e a tradição de vacinação entre os brasileiros como fatores fundamentais para o país ter alcançado a marca.
Auxílio emergencial
O Estado de S. Paulo relata que, a apenas 18 dias do fim do auxílio emergencial, auxiliares do presidente Jair Bolsonaro e lideranças do Congresso defendem a prorrogação do benefício, enquanto não se aprova o Auxílio Brasil, novo programa social do governo. Os principais auxiliares do ministro da Economia, Paulo Guedes, no entanto, já avisaram em reuniões internas e com representantes do mercado financeiro que não assinam a prorrogação do auxílio por meio de novo crédito extraordinário, o que possibilitaria que as despesas ficassem fora do teto de gastos.
Pobreza
Manchete da Folha de S.Paulo afirma que a crise provocada pela pandemia vai deixar uma “marca duradoura” nas finanças dos governos, na desigualdade, na pobreza e no PIB de muitos países. Segundo o Monitor Fiscal do FMI, apesar de projeções de declínio na pobreza e na dívida pública neste ano em comparação a 2020, os níveis ainda permanecerão bem acima do que era esperado antes da crise.
O FMI diz que a pobreza deve cair em 2021, “parcialmente compensando o grande aumento em 2020”. “Mas o número de pessoas na pobreza ainda é projetado para ser entre 65 milhões e 75 milhões mais alto do que (o projetado) antes da pandemia”, diz o relatório.
Pandemia
Em reportagem especial, Valor indica que a pandemia deixou marcas na economia brasileira que devem se estender pelos próximos anos e levar a desdobramentos que pesarão sobre o produto potencial do país. Economistas avaliam que as maiores cicatrizes serão em relação à recuperação do emprego e aos prejuízos de aprendizado com escolas fechadas.
Combustíveis
Principais jornais relatam que a Câmara aprovou ontem, por 392 a 71, proposta que muda a incidência de ICMS sobre combustíveis e estabelece um valor fixo por litro para o imposto. O projeto segue para o Senado, mas tem poucas chances de avançar em razão da resistência dos estados, que temem perder arrecadação. |