2006

Luz amarela na infra-estrutura (Jornal do Commercio, 12/05/2005)

Antonio Oliveira Santos

Presidente da Confederação Nacional do Comércio


A última sondagem conjuntural realizada pela Fundação Getúlio Vargas sobre as expectativas do setor industrial contém, entre seus quesitos, uma indagação sobre os entraves à expansão. Ao lado da pesada carga tributária e do elevado nível de juros aparece arrolada como uma preocupação crescente a insuficiência da nossa infra-estrutura econômica.

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Reflorestamento e sequestro de carbono (Jornal do Commercio, 01/06/2005)

Antonio Oliveira Santos

Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo


A crescente poluição da atmosfera, elevando a temperatura média do planeta, fenômeno hoje conhecido como “efeito estufa”, tornou-se uma preocupação crescente das elites pensantes, durante o último quartel do século XX, na esteira dos primeiros estudos impulsionados pelo Clube de Roma.

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Metas prioritárias da política econômica (Jornal do Brasil, 05/06/2005)

Antonio Oliveira Santos

Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo


Há um total consenso, em todos os setores da sociedade, inclusive das academias de Economia, no sentido de que o objetivo primordial da política econômica é a taxa de crescimento do PIB, a mais alta possível, acompanhada da maior justiça social possível, ou seja da mais eqüitativa distribuição do aumento da renda nacional.


Para que isso ocorra, três condicionantes são fundamentais: Primeiro, que a inflação seja a menor possível, administrada com critério e sabedoria

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Crescimento econômico (A Gazeta, 06/06/2005)

Antonio Oliveira Santos

Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo


Uma das razões mais evidentes para estagnação da economia brasileira, nos últimos dez anos, foi, sem dúvida, a queda na taxa de investimentos, resultado do quadro de incertezas políticas e da asfixiante carga tributária.


Quando o investidor privado não acredita no futuro e não vê perspectiva favorável ao crescimento econômico, ele não investe.

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O efeito perverso dos juros do BC (Jornal do Brasil, 09/06/2005)

Antonio Oliveira Santos

Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo


A julgar pelas reações dos meios empresariais e de alguns competentes economistas, ou o Ministro da Fazenda intervém na atuação do Banco Central, para colocar a política monetária afinada com os objetivos vigentes da política fiscal, ou a economia brasileira vai caminhar para uma crise financeira, acentuando os riscos de insolvência e de incapacidade do Tesouro Nacional administrar a dívida pública interna.

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O grande desafio (Jornal do Brasil, 11/06/2005)

Antonio Oliveira Santos

Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo


Há mais de 20 anos, firmou-se o diagnóstico de que na raiz de todos os males da economia brasileira está o tamanho a que chegou o Estado, ai compreendidas as três esferas do Governo, União, Estados e Municípios, e os Poderes da República, Executivo, Legislativo e Judiciário.

Multiplicaram-se os municípios, que hoje chegam a mais de 5.500, todos eles com uma onerosa Prefeitura, dezenas de vereadores e centenas de assessores.

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Falácia (Jornal do Commercio, 12 e 13/06/2005)

Antonio Oliveira Santos

Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo


Falácia, segundo o Dicionário Aurélio, significa “enunciado ou raciocínio falso que, entretanto, simula a veracidade”. A falácia, pois, traduz a imagem da política monetária-fiscal, que se anuncia não só como sendo a mais rigorosa e a mais austera, como, também, estaria produzindo resultados adequados e positivos para a economia atual.


Pura falácia.

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A babel tributária (Jornal do Commercio, 26/06/2005)

Antonio Oliveira Santos

Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo


Quando chegaram à Mesopotâmia, os descendentes de Noé, por orgulho, vaidade e grandeza, resolveram construir uma torre cujo topo deveria chegar ao céu. Para castigá-los e forçá-los a se espalhar e povoar toda a Terra, Deus introduziu, entre eles, as diversas línguas, de modo a que um não compreendesse a voz do outro. Confusos e divididos, eles se espalharam por todas as regiões (Gênesis, 11).

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Receita para crescer (A Gazeta, 12/07/2005)

Antonio Oliveira Santos

Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo


Pelo que se infere das análises dos economistas, dos empresários e dos políticos, a economia brasileira perdeu, nas últimas décadas, a força e o impulso desenvolvimentista, na medida em que o Estado foi se expandindo, invadindo as áreas do setor privado e sugando-lhe as economias, desestimulando os investimentos.

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