setembro 2006

Banco Central reduz de 4% para 3,5% previsão de crescimento em 2006

Motivado pela desaceleração da economia no segundo trimestre do ano, o Banco Central revisou de 4% para 3,5% a projeção de crescimento para este ano. A informação consta do Relatório Trimestral de Inflação. A projeção inflacionária para 2006, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), diminuiu de 3,8% para 3,4%. Já a expectativa de inflação para 2007 foi ligeiramente elevada na comparação com a previsão de junho: de 4,2% para 4,3%.

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Carga tributária brasileira bate recorde no primeiro semestre de 2006

A carga tributária brasileira bateu novo recorde no primeiro semestre deste ano. Segundo cálculos do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, o total de tributos pagos pelos contribuintes aos três níveis de governo alcançou 39,79% do PIB. Nos últimos doze meses até junho, a carga fiscal também é recorde: 38,18%.


Em valores nominais, a arrecadação tributária cresceu R$ 33,09 bilhões no período – uma alta de 9,20%. Em valores reais, já descontada a inflação pelo IPCA, o aumento foi de R$ 18,85 bilhões – ou 5,04%.

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Natal: contratação de mão-de-obra temporária deve chegar a 85 mil nos shopping centers

As vendas para o Natal deste ano devem gerar cerca de 85 mil novas contratações temporárias no país, segundo dados divulgados hoje pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping. O número representa um crescimento de 6% em relação ao ano passado.


A associação estima também um incremento de 7% nas vendas, no período, em comparação com o Natal de 2005.

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IGP-M desce a 0,29% em setembro

A Fundação Getúlio Vargas divulgou hoje a inflação de setembro medida pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), que desceu a 0,29%, ante uma taxa de 0,37% em agosto. No ano, o IGP-M acumula alta de 2,26%, e, em 12 meses, de 3,28%.


A desaceleração do Índice Geral de Preços do Mercado foi puxada principalmente pelos preços no atacado e na construção civil. O Índice de Preços por Atacado, que corresponde a 60% da composição da taxa, teve alta de 0,36% em setembro, o que representa uma queda de 0,10 ponto percentual em relação a agosto.

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Massa salarial sobe 8% em 2005 com alta simultânea de emprego e renda

A massa de rendimentos do emprego formal registrou aumento de 8,09% em 2005 e o salário médio dos que trabalharam sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e dos estatutos de funcionários públicos também cresceu 2,14% no ano passado, chegando a R$ 1.135,35. Essa é uma das principais revelações da pesquisa da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), divulgada ontem pelo Ministério do Trabalho.

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Setor público tem superávit recorde

Favorecidas pelas despesas menores que as de julho, pela capitalização de uma estatal paulista e por uma substancial ‘ajuda’ dos bancos oficiais, as contas do setor público fecharam o mês de agosto com superávit primário de R$ 13,182 bilhões, um recorde para o mês, conforme ressaltou ontem o Departamento Econômico (Depec) do Banco Central.


O resultado foi mais que o dobro do de julho, de R$ 5,615 bilhões.

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Selic menor ainda não reduz encargos com juros da dívida

Após um ano de afrouxamento na política monetária, os encargos com juros da dívida pública seguem em trajetória de alta. A despesa acumulada em 12 meses subiu de 7,95% para 8,01% do Produto Interno bruto (PIB) entre julho e agosto, no terceiro mês seguido de expansão.


As estatísticas divulgadas ontem pelo Banco Central não significam, porém, que os cortes de juros não terão efeitos positivos sobre a dívida.

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TJLP no menor nível da história

O Conselho Monetário Nacional (CMN) reduziu ontem a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) de 7,5% para 6,85% ao ano, o menor nível desde a criação da taxa, em outubro de 1994. O novo valor valerá para o último trimestre do ano. Desde que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, assumiu o cargo em março, o CMN acelerou a queda da TJLP que, em dois trimestres, caiu 1,3 ponto percentual.


A queda acumulada pela TJLP desde janeiro chega a 2,9 pontos percentuais. É mais do que a variação de todos os três primeiros anos do governo Lula.

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